Tuesday, April 14, 2009

Portie - or porty - is the new white house dog

Well, finally a story everyone has been panting after. It's "barking" news, and we "unleash the news" a Portuguese water dog has been chosen by the Obamas as the first dog.

The president has been "dogged" by reporters who have been "gnawing" at the story since he made the mention at grant part. As we are "sinking our teeth" into the story, here is our first impression.

Well, I can't say that I am not disappointed that its not a shichon in the white house, but the Obamas have chosen and there it is.

Now we can put it behind us and get back to shichons.

Socialização e Habituação em Filhotes


COISAS QUE PODEM SER FEITAS EM CASA:

VISITAS: acostume seu filhote ao maior número de visitas possíveis, de ambos os sexos e de todas as idades. Isto irá desenvolver uma experiência social e ajudar a manter o comportamento territorial em níveis mais flexíveis quando o filhote crescer. Oriente seus visitantes a dizer apenas "olá" para o filhote, tentando deixá-lo o mais calmo possível e desencorajando as reações excessivamente entusiasmadas. Isto irá ajudá-lo a ser mais tranquilo nos contatos futuros.

CRIANÇAS: acostume seu filhote a ser carregado no colo por crianças, as de sua casa e visitantes, mas não deixe que elas o tratem como um "brinquedo". Fique atento e supervisione estes contatos. Se você não tem crianças em casa, arranje um jeito com amigos seus que as tenham. Assim, no futuro, quando você for ter a sua família, seu cão já vai estar preparado para essa convivência.

ALIMENTAÇÃO: acostume seu filhote a ser alimentado por você e por todos da sua família, adicionando a comida enquanto ele está comendo. Isto mostra que você não é um rival e previne reações agressivas por defesa de comida no futuro. Nunca tire a comida de perto dele, apenas a acrescente. Assim, ele não desenvolverá comportamento defensivo mais tarde.

ESCOVAÇÃO E HIGIENE: escove seus pêlos diariamente, mesmo que talvez nem seja necessário. Esta é uma boa maneira de acostumá-lo a ser manuseado e irá prevenir o desenvolvimento de comportamento de dominância. Mantenha-o calmo, converse com ele mas não desista se ele se mostrar resistente. Limpe também suas orelhas toda semana.

O EXAME DO VETERINÁRIO: diariamente examine os olhos, orelhas, dentes, dedos e patas do seu filhote, checando também abaixo do rabo. Quando notar que ele está feliz e tranquilo com isto, coloque outras pessoas para fazer esta inspeção física. A intenção deste procedimento é acostumar o seu filhote para os exames que o seu veterinário irá realizar nele, já pensando também nas primeiras doses de vacinas que ele irá receber. Esta experiência não deve ser traumática, por isso é importante prepará-lo para este dia.

SONS E RUÍDOS DOMÉSTICOS: exponha seu filhote a estímulos domésticos como aspirador de pó, secador de cabelo, televisão, som etc, mas não o assuste. O filhote deve se acostumar a estes estímulos gradativamente, sem stress. Vá com calma!

O CARTEIRO E OUTROS: carregue seu filhote e faça-o se encontrar com estas pessoas o mais frequente possível. Se o seu filhote puder conhecer estas pessoas e apreender a gostar delas, principalmente se ele aprender que estas pessoas não vão fugir se ele latir, será mais difícil para o cão manifestar agressão territorial contra estes trabalhadores no futuro. Afinal, estas pessoas merecem respeito!

GATOS: se você já tem um gato, apresente-o a seu filhote. Mantenha-o sob seu controle e o recompense se ele se comportar bem. Fique atento pois, se o gato se assustar, poderá arranhar o filhote por defesa. Se necessário, promova estes contatos de forma gradual, mantendo o gato em uma caixa de transporte para que aos poucos ambos se acostumem com a presença do outro. Eles irão aprender a conviver em harmonia.

OUTROS CÃES EM CASA: se você já tem outro cão, apresente o filhote a ele numa área de lazer. O contato inicial deve partir do outro cão e os dois devem achar seu próprio nível de convivência, sem muita interferência sua. Apenas observe como eles se relacionam.

PREVENINDO MORDIDAS DE BRINCADEIRA: numa ninhada, os filhotes brincam mordendo-se uns aos outros nas orelhas, rabos etc. Isto é saudável! Mas, na medida em que crescem se tornam mais intolerantes, especialmente quando os dentes estão mais afiados. Aos 18 meses, os filhotes aprendem que "montar" e "morder por brincdeira" é um tabu e reprimem estas atitudes especialmente se as regras forem transgredidas. Quando um filhote é introduzido em uma família, este aprendizado é normalmente incompleto. Então, é esta família que deve mostrar ao filhote quais são as novas regras para as brincadeiras. Mostre a ele que você não quer ser mordido !!

COISAS PARA FAZER FORA DE CASA:
Vá a vários ambientes onde você possa ajudar seu filhote a se tornar "à prova de bomba". Comece por locais calmos e gradualmente ache outros mais movimentados.
NA RUA: exponha seu filhote ao som do trânsito e do movimento das pessoas. Comece com ruas calmas e gradualmente vá para outras mais agitadas.
ÀREAS PÚBLICAS: bons locais são as praças cheias de crianças. No início, evite que ele seja assediado por grande número de crianças mas permita que algumas possam brincar com ele. É muito importante que ele esteja em dia com as vacinas e converse com seu veterinário sobre estes contatos .
Não permita que as crianças o excitem demais, o que poderá trazer um stress desnecessário a ele.
NO CARRO: pequenas viagens de carro irão acostumá-lo a isso e previne os futuros " mal-estar". Nunca o deixe sentar no banco da frente e nem no colo de alguém. O ideal é deixá-lo onde deverá ficar quando for adulto.

SOCIALIZAÇÃO COM OUTROS CÃES: quando um filhote é separado de sua mãe e irmãos de ninhada aos 45 dias de vida, pode ser a época ideal para a socialização com pessoas, mas, sem dúvida, a socialização com outros cães estará prejudicada. É através do contato com outros de sua própria espécie que o filhote irá aprender padrões de comportamento social e de comunicação essenciais para seus futuros relacionamentos. Portanto, não o solte perto de outros cães estranhos! A comunicação entre eles poderá ser pobre e resultar em atitudes agressivas por parte dos outros cães. Seu filhote poderá ter uma experiência ruim e aprenderá a ser agressivo com outros animais.
O ideal é organizar encontros coletivos entre filhotes da mesma idade.

O QUE FAZER SE O FILHOTE PARECE MEDROSO?
Não exagere na suas reações em relação ao comportamento dele. Mostre-se seguro, como se tivesse que dar um bom exemplo a ele. Se você tentar forçá-lo, poderá aumentar seu medo pois ele irá associar o medo a você à tal situação que o assusta. Seja companheiro dele!
Não o pressione aproximando-o da tal coisa que o assusta. Assim você despertará ainda mais a atenção dele sobre isso. Aja com naturalidade, ignorando o objeto ou o quer que seja o motivo do medo dele.
Exponha-o aos mais variados tipos de estímulos que o assustam, com frequência, mas de maneira gradual. Inicialmente à distância, diminuindo a intensidade do estímulo para que ele possa se acostumar aos poucos. Na medida que ele progride, vá aumentando o estímulo.
Proteja-o e dê seu carinho sempre que ele se mostrar assustado. Não o censure ! Não o critique perto de outras pessoas ! Nunca o chame de medroso ! Apenas ajude-o a vencer mais esta batalha!!

Woman loses bid to keep 18 dogs

This has been an ongoing dispute in Connecticut. Below is the latest news regarding the fight....I'll say this, although I don't there there are 18 of any type of pets I'd want to own besides maybe fish, these dogs are still her "kids," and she has been taking great care of the pets.

West Hartford (AP) - Connecticut's second-highest court has ruled that a West Hartford woman cannot keep her 18 dogs at her home because of town zoning regulations.

The Appellate Court says Faith Kilburn has to comply with West Hartford officials' orders to reduce the number of dogs at her home to three.

Kilburn had 22 Shih Tzus at her home when she began fighting the town's order in court in late 2006, but four have since died.

Kilburn's lawyer, Danielle Omasta, says Kilburn is very disappointed with the court's decision and is deciding whether to take more legal action. Omasta says her client is very attached to the dogs.

The Appellate Court said having that many dogs at a home is not appropriate for the neighborhood and violates local zoning regulations.

White Persian Kitten Picture

Persian kitten picture
Pretty white Persian kitten

Photo by darrendavid

Monday, April 13, 2009

A Chegada de um novo filhote!


Não há como prever como um cão vai reagir à chegada de seu novo parceiro canino. E esta imprevisibilidade costuma deixar muitos candidatos ao segundo cão bastante ansiosos Será que ele vai sofrer muito? Será que um dia irá me “perdoar”? Ele pode ficar doente? O medo sempre aparece: se o filhote é muito menor que o adulto, temos medo do adulto ferir gravemente o filhote; se o filhote é de raça de grande e o adulto pequeno, morremos de medo do filhote não perceber sua força, e machucar o adulto. Enfim…O que pode acontecer? O que é normal? O que pode ser considerado fora dos limites?


A primeira coisa a salientar aqui é que os cães nasceram para viver em grupos, sejam eles compostos de humanos, caninos, ou dos dois. Por isso mesmo na grande maioria das vezes todos se ajeitam. Porém esta fase de adaptação pode ocorrer de forma bem diferente do que imaginamos. E isso acontece por que esperamos que os cães tenham atitudes típicas dos humanos, e não dos caninos. Daí, muitas atitudes normais na linguagem canina nos parecem tremendamente agressivas.


Vamos analisar as coisas do ponto de vista deste cão que se vê tendo que dividir um território que até então era só dele. De repente há um filhote cheio de energia, que rouba a atenção de todos. O cão adulto deixa de ser mais um membro da matilha humana, e começa a fazer parte de uma matilha canina. E como tal, precisa impor limites ao filhote, para mostrar que eles são muito diferentes, que o filhote lhe deve respeito, e não pode esperar que este brinque com ele como os demais irmãos de ninhada.


Ora, na linguagem canina estas mensagens são transmitidas através de rosnados, latidos, e pressionando os dentes sobre o focinho do filhote. Muitas vezes também o adulto ignora o filhote. Tudo isso deve ser permitido e tolerado, por mais que nos pareça cruel. É importantíssimo que possamos permitir que o adulto estabeleça ordem entre eles. Só assim eles poderão formar de fato uma matilha, e viver harmonicamente.


Em situações normais, não acontecem agressões físicas, ficando tudo no nível da ameaça. Porém, obviamente ter cães de tamanhos muito distintos não é muito recomendável. Muitas vezes o cão grande pode machucar gravemente o cão pequeno, mesmo que a intenção original não seja essa. Ainda assim, se o cão pequeno for o mais velho, não se assunte se ele dominar o filhote, mesmo que este seja 10 vezes maior que ele. Não é o tamanho que define a liderança, é o temperamento.


Na maioria das vezes em que há maiores confusões, elas são causadas pela interferência humana. No ímpeto de proteger o “pobre filhotinho” os humanos acabam privilegiando o filhote, mimando-o, e brigando com o cão adulto por “ser tão cruel”. Com esta atitude só conseguimos passar a mensagem de que o líder não é o cão adulto, o que faz com que este se veja na obrigação de mostra-nos mais claramente de que o líder é ele. Como ele faz isso? Atacando o filhote, mostrando que ele é o mais forte.


Deixe que eles se entendam livremente. Gradualmente o filhote vai aprendendo como deve se comportar com o outro, e as coisa vão entrando no eixos. É assim que deve ser!


Como fazer as apresentações:


Se você puder, leve os dois cães a um “território neutro”. Desta forma o adulto não irá encarar o filhote como um intruso. O que facilitará bastante o contato entre eles.
Para ajudar no entrosamento deles, pegue um pano velho e esfregue no corpo do filhote. Então coloque este pano debaixo do prato de comida do cão adulto. Assim o adulto irá associar o cheiro do outro a uma experiência muito prazerosa, e diretamente ligada a sua sobrevivência. O que também irá facilitar muito a aceitação do filhote.
Se a opção acima não for possível, uma boa alternativa é colocá-lo em cômodos separados por uma porta (fechada). Eles não poderão se ver, pois o contato visual muitas vezes pode ser muito ameaçador, porém eles poderão sentir o cheiro um do outro pelo vão embaixo da porta. O que para os caninos é um ótimo cartão de visitas. Não tenha pressa! Deixe que eles sintam o cheiro do outro tranqüilamente, sem apressá-los. Quando perceber que eles estão bastante relaxados, abra porta de vagar para que haja um contato visual.


Outras Dicas

Brinque muito com o cão adulto, principalmente quando o filhote estiver por perto. Mostre que o lugar dele no seu coração continua intacto. Saia freqüentemente para passear só com ele, para que ele possa ter algum tempo sozinho com você.
Se seu cão adulto nunca demonstrou qualquer distúrbio de comportamento, não há motivo para acreditar que começaria a demonstrar a partir desta mudança em sua vida. A chegada do novo cão não seria motivo para vir à tona um possível comportamento perverso enrustido. Se você conhece seu cão, e ele não tem características agressivas, tudo terminará muito bem.
Lembre-se sempre de respeitar a hierarquia da matilha, e cumprimente SEMPRE o adulto primeiro. Da mesma forma ele deve ser alimentado em primeiro lugar.
Não trate nenhum dos dois como coitadinhos, fazendo concessões a eles. Não há nada de penoso nesta relação, e quanto mais claros forem os limitem que VOCÊ impuser a eles, mais rapidamente as coisas se ajeitarão entre todos.


As brincadeiras entre cães costumam ser bastante agressivas. Quase sempre elas envolvem lutas ou perseguições. É desta forme que o filhote desenvolve suas habilidades para tais atividades, e os cães costumam se distrair muito desta forma. Portanto, a menos que haja uma situação clara de agressão, nenhuma atitude deve ser tomada.
O mais importante:


Não sofra cada vez que o adulto rosnar para o filhote. Ele está te ajudando a educa-lo!
Fonte: DogTimes

Pretty Kitten Picture

pretty kitten playing alone

Photo by woo is not a china girl

O Cio, A Gestação e O Parto



Sob a palavra "Cio" entende-se vulgarmente o acordar do instinto sexual da cadela e, combinada com ele, a disposição dela em aceitar o macho para acasalamento, o que acontece em geral duas vezes por ano, ao contrário do reprodutor que pode ser usado para coberturar durante o ano todo.
Sabemos que a cadela tem seu primeiro cio com mais ou menos 8-9 meses de idade. É enfaticamente desaconselhado o acasalamento nessa idade, pois esta cobertura traria grande prejuízo ao desenvolvimento físico do animal.

Aconselhamos cruzar no 2º cio. Geralmente pode-se afirmar que a maturidade começa tanto mais tarde quanto maior é o animal, E para mencionar desde logo o outro extremo: uma cadela já idosa deve ser coberta pela primeira vez? É uma questão que surge com certa freqüência e em todo caso é aconselhável apresentar a fêmea ao veterinário e ouvir a opinião dele, pois a compacta consistência da bacia, dos tendões e das ligações ósseas de certos animais nessa idade pode dificultar o normal nascimento de filhotes, com a conseqüência de sérias complicações também para a cadela-mãe. De qualquer forma, estas cadelas devem movimentar-se bastante e não receber alimentação farta e forte demais durante a gestação.
Muitas vezes acontece que a cadela ataca ou recusa o reprodutor na hora do acasalamento, Não raro cabe ao proprietário da fêmea a culpa, por ter se enganado a contagem da entrada no cio, que se revela por uma perda de sangue. Mas não é tão fácil, como muitos pensam, determinar essa entrada com exatidão, pois o primeiro sinal pode ser tão insignificante que escapará à nossa vista, sobretudo porque muitas fêmeas costumam lamber essas gotas. Existe porém, um "jeito" bastante simples para determinar direitinho o início do cio.

Um pouco antes de seis meses, quando calcula que vai começar o novo cio, deixe a cadela dormir em cima de um pano branco, que deverá ser controlado toda manhã. Nele se notarão gotas de sangue que ela perde e que não pode lamber porque penetram no tecido, desta maneira, sabe-se exatamente o começo do cio. Contam-se então mais 10 ou 11 dias e tem início o período em que a maioria das cadelas aceita voluntariamente o macho: o corrimento sanguíneo começou a tornar-se esbranquiçado.
Mais ainda do que nos primeiros 8 dias, o criador agora tem absoluta necessidade de manter a fêmea isolada de qualquer contato com os machos, não lhe dando nenhuma possibilidade de escapar. Esta cautela deve ser tomada com o mesmo cuidado depois da cobertura realizada com o reprodutor escolhido, pois, durante todo o período do cio, os óvulos, aptos a serem fecundados, cão amadurecendo consecutivamente, podendo a cadela ser coberta por outros machos praricamente do primeniro ao último dia do período, que dizer, tantas vezes quantas ela tem ocasião de ficar perto de um cão.
O ideal é a fertilização no 11o. dia (momento em que 50% dos óvulos são liberados pelos ovários). O acasalamento pode ser repetido no dia seguinte.
Não existem nenhuma restrição quanto aos banhos neste período.
Cadelas que não tenham entrado no cio já com mais de 1 ano, é bem provavel que seja um caso de hypoestrinismo, o qual resulta na falta parcial ou completa de secreção ovariana. Nestes casos os períodos não aparecem. Contudo, não existe razão para se considerar a saúde da cadela afetada somente por isso. Nenhum tratamento é necessário, a não ser que há interesse em utilizá-la para reprodução.

Não se esqueça de vermifugar a cadela 45 dias após a cobertura.
Pode ser também que a cadela manifeste o que denominamos "cio seco". Nestes casos a fêmea entra no cio sem manifestar qualquer sinal aparente. Se tiver contato com o macho, e o aceitar, poderá haver a concepção. Se não estiver junto ao macho, talvez nem seja percebido que a cadela esteja no cio. Um veterinário poderá aconselhar um tratamento de hormônios.
Certos criadores acham conveniente repetir o acasalamento para estarem seguros da fecundação, principalmente se a união não demorou o tempo necessário, que se pode prolongar, às vezes até 40 minutos. Todavia, não se deve deixar passar mais do que um dia entre as coberturas, a fim de evitar dificuldades no nascimento da ninhada, pois, devido ao tempo relativamente curto da gestação (mais ou menos 60 dias) é evidente que nem todos os embrioespoderão desenvolver-se com o mesmo vigor e tamanho se o intervalo entre duas uniões for maior do que 48 horas.

Cada dia de diferença se faz notar no parto e é comum acontecer que, ao lado de filhotes normais, surgem também natimortos ou incapazes de sobreviver - conseqüência de dois acasalamentos distanciados em excesso. Pode acontecer também um retardamento do ato de nascer, o que leva à morte os embriões da primeira cobertura. É claro que tudo isso também pões em perigo a vida ou, no mínimo a saúde da cadela-mãe.
A alimentação da cadela gestante tem de ser boa e variada. A melhor condição da fêmea deve ser obtida desde o dia da cobertura e conservar-se no decorrer dos próximos 2 meses.

Quando se aproxima a hora do parto, é aconselhavel não irritar o animal com constantes carícias ou demonstrar seu próprio nervosismo. O bom criador limita-se a observar de uma certa distância, (não junto ao leito da cadela), se a mesma encontra dificuldades, se lhe faltam forças, se abre logo as placentas, se corta os cordões umbilicais e começa a lamber os recém-nascidos.
Na grade maioria, tudo corre muito bem. Mas se o novato é propenso a revelar excitação, é melhor comunicar-se como o veterinário antes, para saber onde poderá encontrá-lo na "hora H".
É necessário que a cadela fique em supervisão nos últimos dias, a fim de evitar que dê cria em algum lugar escondido e não preparado por nós.
Para saber se a cadela está prestes a dar cria, procure saber a temperatura, ela começa a subir subtamente (em estado normal é de cerca de 38,5°) e cai nos últimos dias até quase 37°. Com o início dos impulsos, a temperatura começa a subir novamente.

Os preparativos da cadela se evidenciam por um comportamento diferente e inquieto. Ela procura cantos escuros, para os quais leva restos de tecidos, palha e outro material que nós, porém, devemos tirar quando o parto começa. Neste dia, ou ela não come nada ou muito pouco porque, por instinto, não quer sobrecarregar intestinos e bexiga. Um pouco antes das primeiras contrações, ela se mostra mais agitada ainda, tem forte respiração e a sua vulva aumenta consideravelmente.
O lugar mais adequado para o nascimento dos filhotes é aquele que proporcione sossego à cadela e não estiver exposto às correntes de ar. Não deve ficar distante da casa, caso surja algum imprevisto; convém aconstumá-la ao local 8 dias antes da cria.
É bom ter uma cama ou caixa num tamanho que permita à cadela esticar-se à vontade. Para uma ninhada de Boxer, nas 4 paredes laterais, numa distância de mais ou menos 10cm do chão, coloque uma ripa da mesma largura, para impedir o esmagamento dos filhotes quando a mãe os apertar, pois o espaço entre a ripa de cima e o chão servirá de abrigo aos filhotes.
Colocar um colchão no local onde a cadela provavelmente irá parir é perigoso. Os filhotes podem sufocar-se no enchimento do colchão, que a cadela rasga na sua inquietação e no esforço de fazer o ninho. O melhor, por possibilitar limpeza rápida e freqüente, é utilizar papel de jornal, que pode ser facilmente trocado a qualquer hora ou paninhos esterelizados.
Enquanto os olhos não se abrem, o que acontece em volta do décimo segundo dia, deve mantê-los na penumbra, Só gradualmente então, leve-os para o ar livre e, mais tarde, eles pode gozar a vontade o pleno sol, o que, aliás, é indispensável para eles.


Animais portadores de doenças transmissíveis geneticamente como displasia coxofemoral, ausência de um testículo (criptorquidismo), alergias graves, catarata precoce e epilepsia;animais com problemas cardíacos graves; fêmeas com excesso de peso; cães com doenças sexualmente transmissíveis como Tumor de Sticker e Brucelose.