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Sunday, January 31, 2010
Classic Super Bowl Commercial (Bridgestone)
It's almost time for the big game. If the game is lousy, there are always the commercials!
Saturday, January 30, 2010
Nova espécie de Nothobranchius
Uma nova espécie de killifish africano do gênero Nothobranchius é descrita nas drenagens dos rios Save, Gorongose, Pungwe e Zangue, na província de Sofala, região central de Moçambique. Descrita pelo pesquisador Martin Reichard, da Academia de Ciências da República Tcheca, a espécie recebeu o nome de Nothobranchius kadleci. A espécie é muito similar a Nothobranchius furzeri, do qual é distinguido pela coloração (nadadeiras pélvicas vermelhas, borda vermelha e coloração do corpo vermelha intensa) e morfologia (maior distância entre as nadadeiras peitorais e pélvicas, nadadeira dorsal e anal mais curtas, e base da nadadeira anal mais curta). A distribuição conhecida dessas duas espécies é alopátrica, com N. kadleci ocorrendo ao norte juntamente com N. furzeri.
Nothobranchius kadleci ocorre em simpatria com Nothobranchius orthonotus e Nothobranchius rachovii, os quais podem ser diferenciados claramente pelo padrão de coloração, forma corporal e características morfométricas. Um total de 12 populações foram registradas desde o sul do Rio Zambezi até o norte do Rio Save, durante coletas em fevereiro de 2008 e Fevereiro de 2009.
Coloração em vida: Machos: A coloração varia do vermelho ao azul irisdescente aparecendo discretamente pelo corpo. Os machos completamente vermelhos possuem a nadadeira caudal vermelha. A nadadeira dorsal é vermelha com uma margem branca estreita (sobre a nadadeira inteira) ou amarela (no 1/3 anterior dos pontos e das linhas irregulares da nadadeira) na membrana da nadadeira.
A nadadeira anal é vermelha com uma margem branca estreita e pontos ou linhas brancas, embora a marcação branca é menos desenvolvida do que na nadadeira dorsal. As nadadeiras peitorais são vermelhas com branco ou com as pontas azul claro As nadadeiras ventrais são vermelhas, às vezes com traços brancos. O corpo é vermelho, incluindo a cabeça, as bordas e a membrana da brânquia. As escamas possuem sua região central azul, dando a impressão de um padrão reticulado no corpo inteiro. Em machos azuis, a cor das nadadeira é igualmente vermelho, na região da borda, com pontos azuis ou linhas muito abundantes em toda a extensão delas, com exceçãos das nadadeiras peitorais (que são sempre vermelhas em machos selvagens e maduros, embora a cor vermelha pode ser menos desenvolvida em machos jovens). Em machos azuis, especialmente espécimes jovens, a marcação azul no corpo cobre uma grande extensão do vermelho, incluindo a área da cabeça. Os olhos de todos os machos são alaranjados ao ouro com uma faixa vertical escura.
Etimologia: A espécie é nomeada em honra a Jaroslav Kadlec (1951-2006) de Brno, República Tcheca, um renomado kiliófilo reconhecido no mundo todo através de seus artigos de criação, ecologia e fotografias de killifishes. A pronúncia correta é “khadlatsi”.
Distribuição: Foram encontradas 12 populações da nova espécie, em uma área extensa da região central de Moçambique na região norte do rio Save, incluindo as bacias dos rios Save, Gorongose, Pungwe e Zangue. A altitude dos locais de coleta variaram de 24-82 metros acima do nível do mar. A extensão latitudinal onde foram encontradas as populações de N. kadleci forma uma extensão de 300 km norte-sul
Hábitat: Todas as populações de N. kadleci foram encontradas em poças temporárias que variavam de 3 a 2150 metros cúbico de água, com uma profundidade máxima de 10-70 cm em 2008 e 50-100 cm em 2009, com água muito turva e lama no substrato. A vegetação no entorno das poças estava presente em 50% das associações, possuindo plantas aquáticas como a Nymphea em algumas delas. A temperatura variava de 27.7-38.2° C. As espécies em simpatria encontradas foram: N. orthonotus (10 casos) N. rachovii (2 casos), Barbus sp. (2 casos), Tilapia sp. (1 caso), Protopterus sp. (1 caso) e Clarias gariepinus (1 caso).
Para saber mais:
Reichard, M. (2010) Nothobranchius kadleci (Cyprinodontiformes: Nothobranchiidae), a new species of annual killifish from central Mozambique. Zootaxa 2332: 49–60.
Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke © Copyright 2010 ©
Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke © Copyright 2010 ©
Wednesday, January 27, 2010
Cães Idosos - Cuidados

Cuidados especiais na terceira idade
Antigamente era raro ver um cão realmente idoso nas ruas. Todavia, após anos de pesquisa veterinária, pode-se afirmar que, atualmente, 40% dos cães atinge facilmente a terceira idade, ou seja, vive mais de 7 anos. Entre os fatores decisivos para esse aumento da longevidade canina estão os melhores cuidados que os cães recebem de seus donos, a melhor assistência veterinária, alimentação balanceada e adequada aos estilos de vida dos cães e esquemas mais aprimorados e eficazes de vacinação.
Quando é que um cão é considerado idoso?
Tudo depende de seu tamanho. Os cães de raças menores tendem a envelhecer mais devagar, devido ao seu metabolismo. Neste casos, é comum que eles cheguem à terceira idade entre 9 e 13 anos. Ao passo que um cão de grande porte envelhece dos 6 aos 9 anos. Mas, de maneira geral, pode-se dizer que um cão começa a envelhecer aos 7 anos de idade.
A partir desta idade é preciso prestar atenção às mudanças de hábitos do seu velhinho. Elas podem indicar o início de problemas de saúde. E olhe que os cães são peritos em esconder dos donos o seu sofrimento! Nesta altura é conveniente visitar o veterinário não apenas uma vez ao ano para as vacinas, mas semestralmente, a fim de despistar qualquer um dos 5 problemas mais frequentes da terceira idade. Se você está achando muito, é só pensar que em média um ano humano equivale de 5 a 7 anos do cão... você consegue imaginar uma pessoa mais velha ficar 5 anos sem visitar um médico?
Quais são os principais problemas do cão idoso?
Entre outras, temos a insuficiência renal crônica, a insuficiência hepática, diabetes, câncer e insuficiência cardíaca. As primeiras podem ser diagnosticas por meio de exames de sangue e urina. O câncer, através de palpação ou radiografias e a insuficiência cardíaca é diagnostica através de auscultação, radiografia ou eletrocardiogramas. Portanto, se um cão idoso estiver doente e durante a consulta não for diagnosticada nenhuma dessas doenças já temos um bom sinal. O principal a saber é que, uma vez diagnosticadas precocemente, o tratamento será sempre mais eficaz.
Novas descobertas
Em termos de nutrição, sabe-se que no cão idoso o metabolismo basal e a massa muscular diminui, bem como as necessidades energéticas. Todavia, uma das descobertas mais surpreendentes é a maior necessidade de proteína na dieta dos cães a fim de preservar sua massa muscular. Essa descoberta é exatamente oposta à crença que havia até então, de que os cães mais velhos deveriam receber menos proteína e que seu excesso poderia ser prejudicial ao estado geral do cão, e especialmente prejudicial ao fígado e aos rins.
Contudo, estudos mais recentes realizados nos EUA, comprovam que o corpo dos cães mais idosos exige mais proteína para manter sua massa muscular em forma. Certos pesquisadores defendem o aumento da proporção de proteína na dieta dos animais idosos, desde que não sofram com problemas renais. Outro problema comum é a obesidade, que pode e deve ser controlada a partir de uma dieta específica para este fim.
Outra área de preocupação dos donos de cães idosos deve ser a saúde bucal. A partir de uma certa idade, em especial nos de pequeno porte, o tártaro dentário tende a acumular-se entre os dentes e as gengivas causando a periodontite ou doença gengival.
Com a evolução do tártaro, instala-se o mau-hálito (o primeiro sintoma que os donos percebem), a infecção bacteriana e a queda progressiva dos dentes. As consequências são nefastas e os donos devem previnir-se o quanto antes. A principal consequência, fora a queda dos dentes que em si mesmo já é um grande problema, é que as bactérias podem invadir a corrente sangüinea através de hemorragias e isso pode conduzir a infecções generalizadas, atacando especialmente os rins, fígado e o coração.
Para prevenção destes problemas, a visita ao veterinário é a melhor opção, a fim de fazer uma avaliação geral do cão e promover a limpeza do tártaro.
Graças às novas tecnologias da medicina, o câncer também é um problema detectado facilmente. Com o diagnóstico precoce, o tratamento é mais eficaz, garantindo maior longevidade ao cão. O número de cães que desenvolvem algum tipo de câncer é cada vez maior devido, justamente, ao aumento da expectativa de vida deles e também aos efeitos do meio ambiente sobre os organismos.
Descobriu-se recentemente que certos animais desenvolvem a doença porque possuem deficiências genéticas que combateriam a formação dos tumores. O tratamento do câncer passa pela cirurgia, quimioterapia, laserterapia entre outros métodos disponíveis. A castração precoce também beneficia tanto machos quanto fêmeas, reduzindo a incidência dos tumores relacionados aos órgãos reprodutivos (mamas, próstata e ovário) de 20% para 0%. A adição de anti-oxidantes na alimentação contraria o envelhecimento ao proteger as células contra os radicais livres - moléculas instáveis que reagem contra as outras moléculas dentro das células, causando danos irreparáveis. Entre os anti-oxidantes, incluem-se as vitaminas A, E e C, além do selênio.
Outro problema comum aos cães idosos é a artrite. Trata-se de uma doença dolorosa e debilitante, que deve ser diagnosticada e tratada adequadamente pelo médico veterinário. É um grande erro medicar por conta própria os cães com analgésicos humanos porque muitos deles são altamente incompátiveis com o metabolismo canino.
Um dos inimigos mais perigosos é a insuficiência cardíaca, que pode até ser de nascença, mas normalmente é causada pelo envelhecimento. Destacam-se entre os problemas cardíacos mais comuns as deficiências valvulares e o bloqueio do impulso elétrico (muito comum nos cães da raça Boxer). Mais para o fim da vida, as infecções tornam-se as causas mais comuns dos problemas cardíacos. Os cães não tendem a sofrer de colesterol elevado ou artereoesclerose. Contudo as endocardites e as miocardites são mais comuns. Felizmente, já existem bons medicamentos para o tratamento destes problemas.
Com o passar do tempo, a oxigenação cerebral pode ser insuficiente e o nosso velhinho pode nos parecer senil. E é verdade. Isso pode acontecer e não há como prevenir. Enfim... no fundo todos desejaríamos que nosso cachorrinho nunca chegasse a ficar velho. Mas já que isso é impossível, precisamos aceitar este fato com naturalidade e colaborar estreitamente com os veterinários para que possamos promover a melhor qualidade de vida ao nosso velhinho.
O que fazer para facilitar a vida do cão idoso?
O envelhecimento do cão é muito difícil, tanto para o cão, quanto para o dono. Se você facilitar as coisas, a vida de ambos será muito mais feliz.
Com o passar do tempo a visão e a audição deterioram-se. Nesta altura, evite mudanças radicais do mobiliário, hábitos e horários. O animal adapta-se perfeitamente a mudanças graduais, mas se forem súbitas, podem causar um profundo stress e aumentar o risco de doenças. Portanto, caso você precise fazer uma reforma na sua casa, deixe seu cão longe da bagunça e se puder, mude os móveis aos poucos e sutilmente. Com a instalação da artrite, por exemplo, deve-se dar especial atenção ao piso, que não deve ser nunca escorregadio. Também nesta fase, as escovações e o toque são muito importantes para assegurar ao cão a sua presença e amizade. Da mesma forma, podem ainda auxiliar na descoberta de elevações na pele.
O seu fiel amigo de tanto tempo precisa saber que você está lá para o que der e vier. Especialmente porque com a diminuição dos sentidos, pode vir a ficar mais temeroso e dependente de você. Ter dois cães idosos pode ser bastante positivo para que um faça companhia ao outro, mas nada impede que você adquira um filhote, que pode dar uma nova alegria à vida do nosso velhinho. No entanto, é importante prestar atenção ao temperamento do seu cão mais velho: nem todos têm paciência para aguentar a energia e as brincadeiras dos filhotes.
Se os cães sempre foram acostumados a atividades específicas - como ir às exposições, frequentar parques, fazer truques e brincadeiras - é importante que continue podendo exercê-las mesmo depois de certa idade. As brincadeiras como correrias e jogos de bola, normalmente devem ser adaptadas à terceira idade. Não é preciso parar de jogar a bolinha para o seu cão, mas talvez seja prudente jogá-la mais perto e menos vezes.
Mas o principal cuidado que devemos ter com os nossos velhinhos é continuar amando-os como nunca... não o deixando de lado nem descuidando-se dele agora que ele já não está tão lindo quanto na sua infância. Afinal, ele foi seu amigo fiel e lhe dedicou toda uma vida. O mínimo que você deve fazer é cuidar para que a sua velhice seja a melhor velhice possível.
Fonte: Dog Times www.dogtimes.com.br
Tuesday, January 26, 2010
Mom Forces Son to Kill Family Pet
Reported by Tacoma Perry | Edited by Steve Dixon
http://www.myfoxatlanta.com/dpp/news/Mom-Forces-Boy-to-Kill-Family-Pet-012510
A Georgia mother is in jail after being charged with punishing her son for a bad report card by forcing him to kill a family pet.
Investigators said the mother ordered her 12-year-old son beat the animal with a hammer.
The crimes the mother is accused of are so bizarre and brutal, top law enforcement officials are stunned.
Investigators said what happened inside a Meriwether County home was a horrific act of violence. But the mother – 38-year-old Lynn Geter -- calls the incident punishment.
"She said she wasn't going to put up with his bad grades," said Meriwether Sheriff Steve WIlcox.
As soon as her 12-year-old son got home from school with those bad grades, investigators said Geter sat him down at the kitchen table with his beloved pet.
"She said that she loved her son and asked if the son loved his gerbil and he said yes. She proceeded to, uh," said Wilcox.
What she is alleged to have done next is hard for even an experienced law enforcement official to say.
Investigators said Geter put the pet in a bag and ordered her son to hit it with a hammer until it died.
The allegations stunned parents who know the family from school.
Investigators believe the boy was threatened. They said he had marks on his neck, which is why, in addition to child and animal cruelty charges, Geter faces a count of battery as well.
Geter is now sitting in a Meriwether County jail cell. Her three children are in the custody of the Department of Family and Children Services.
A judge has continued Geter's case until February 8.
http://www.myfoxatlanta.com/dpp/news/Mom-Forces-Boy-to-Kill-Family-Pet-012510
A Georgia mother is in jail after being charged with punishing her son for a bad report card by forcing him to kill a family pet.
Investigators said the mother ordered her 12-year-old son beat the animal with a hammer.
The crimes the mother is accused of are so bizarre and brutal, top law enforcement officials are stunned.
Investigators said what happened inside a Meriwether County home was a horrific act of violence. But the mother – 38-year-old Lynn Geter -- calls the incident punishment.
"She said she wasn't going to put up with his bad grades," said Meriwether Sheriff Steve WIlcox.
As soon as her 12-year-old son got home from school with those bad grades, investigators said Geter sat him down at the kitchen table with his beloved pet.
"She said that she loved her son and asked if the son loved his gerbil and he said yes. She proceeded to, uh," said Wilcox.
What she is alleged to have done next is hard for even an experienced law enforcement official to say.
Investigators said Geter put the pet in a bag and ordered her son to hit it with a hammer until it died.
The allegations stunned parents who know the family from school.
Investigators believe the boy was threatened. They said he had marks on his neck, which is why, in addition to child and animal cruelty charges, Geter faces a count of battery as well.
Geter is now sitting in a Meriwether County jail cell. Her three children are in the custody of the Department of Family and Children Services.
A judge has continued Geter's case until February 8.
Saturday, January 23, 2010
Exercise Good for Your Cat
Perhaps your kitty's exercise regimen consists of a mad dash around the house - a furry bullet dashing from room to room. Or possibly it's jumping up on surfaces, tearing up the carpets and furniture, or attacking your feet in the middle of the night. Or maybe it's stalking or pawing at some moving critter, like a fly or a lizard.
Exercise is as important to your cat as it is to you. Young cats as well as healthy adult cats need regular periods of exercise. Even our senior pets need regular exercise to maintain their health and well-being. Here are some tips from the http://www.petplace.com
Play stimulates your cat mentally. When kittens play together they pick up social skills and self-sufficiency. They refine their stalking and pouncing, as well as the coordination and timing required to make a kill. They learn about their environment by exploring and climbing, and they find the best spots to hide in and lie in wait for their victims.
Adult cats, too, enjoy toys that allow them to simulate natural stalking and hunting activity. Commercially available toys are often inviting, but your kitty would probably be happy with anything that he can chase or pounce on.
Here are a few things you can try:
Roll a table-tennis ball across the floor. Sit back and watch as your kitty chases, stalks and swats the ball.
Wad up a piece of paper, attach an old tie around it so that you can drag the paper around the floor. Soon your cat will launch an attack.
Get a tall scratching post, preferably one with "branches," that your cat can run up and down.
Scratching posts assist your cat to flex his muscles and to shed old claw sheaths.
Provide a large paper bag or cardboard box for your cat to explore.
Buy a laser toy to play with your cat.
Exercise is as important to your cat as it is to you. Young cats as well as healthy adult cats need regular periods of exercise. Even our senior pets need regular exercise to maintain their health and well-being. Here are some tips from the http://www.petplace.com
Play stimulates your cat mentally. When kittens play together they pick up social skills and self-sufficiency. They refine their stalking and pouncing, as well as the coordination and timing required to make a kill. They learn about their environment by exploring and climbing, and they find the best spots to hide in and lie in wait for their victims.
Adult cats, too, enjoy toys that allow them to simulate natural stalking and hunting activity. Commercially available toys are often inviting, but your kitty would probably be happy with anything that he can chase or pounce on.
Here are a few things you can try:
Roll a table-tennis ball across the floor. Sit back and watch as your kitty chases, stalks and swats the ball.
Wad up a piece of paper, attach an old tie around it so that you can drag the paper around the floor. Soon your cat will launch an attack.
Get a tall scratching post, preferably one with "branches," that your cat can run up and down.
Scratching posts assist your cat to flex his muscles and to shed old claw sheaths.
Provide a large paper bag or cardboard box for your cat to explore.
Buy a laser toy to play with your cat.
Thursday, January 21, 2010
Salmonella warning issued for some dog treats
WASHINGTON - Consumers should not use certain beef dog treats distributed by Merrick Pet Care because the pet food might be contaminated with salmonella, health authorities warned on Thursday.
Merrick Beef Filet Squares for dogs were distributed nationwide through retail stores and the Internet. No illnesses linked to the products have been reported, according to the Food and Drug Administration.
The FDA warned that contaminated pet food could also infect people if they handled the dog treats and have not thoroughly cleaned their hands.
The Merrick Beef Filet Squares were packaged in a 10-ounce green, red and tan resealable plastic bag. They are labeled "best by 111911."
Last month, the FDA conducted routine testing of the treats and found evidence for salmonella. Another inspection found deficiencies in the packaging and manufacturing.
Humans infected with the salmonella can experience fever, nausea, vomiting, diarrhea and abdominal cramps. It could also cause more serious problems such as arterial infections, endocarditis, arthritis, muscle pain, eye irritation and urinary tract problems. In pets, salmonella can cause diarrhea, fevers, vomiting, loss of appetite, lethargy and abdominal pain.
Merrick Beef Filet Squares for dogs were distributed nationwide through retail stores and the Internet. No illnesses linked to the products have been reported, according to the Food and Drug Administration.
The FDA warned that contaminated pet food could also infect people if they handled the dog treats and have not thoroughly cleaned their hands.
The Merrick Beef Filet Squares were packaged in a 10-ounce green, red and tan resealable plastic bag. They are labeled "best by 111911."
Last month, the FDA conducted routine testing of the treats and found evidence for salmonella. Another inspection found deficiencies in the packaging and manufacturing.
Humans infected with the salmonella can experience fever, nausea, vomiting, diarrhea and abdominal cramps. It could also cause more serious problems such as arterial infections, endocarditis, arthritis, muscle pain, eye irritation and urinary tract problems. In pets, salmonella can cause diarrhea, fevers, vomiting, loss of appetite, lethargy and abdominal pain.
Wednesday, January 20, 2010
Soft Coated Wheaten Terrier
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