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Wednesday, July 13, 2011

Nova espécie de Rivulus

Uma nova espécie do gênero Rivulus é descrita da bacia do Rio Negro na Venezuela. Rivulus staecki, pertencente ao subgênero Owiyeye, é descrito do alto rio Negro, no sul da Venezuela (estado Amazonas), próxima ao  Brasil. Se diferencia das espécies do subgênero por uma combinação única de dos seguintes caracteres: Nadadeira caudal truncada, nadadeira pélvicas alargadas nos machos, presença de ocelo na região superior do pedúnculo caudal em ambos os sexos (normalmente encontrado apenas nas fêmeas do gênero Rivulus) e de 35 a 38 escamas na série longitudinal.

 Rivulus staecki - macho

Etimologia. Em homenagem a Wolfang Staeck (Berlim, Alemanha), ex-presidente da Deutsche Cichliden-Gesellschaft, colecionador da espécie-tipo e pelas contribuições a taxonomia das famílias Rivulidae e Cichlidae. 

Distribuição e habitat. Conhecidos apenas na localidade tipo, uma lagoa na bacia do Rio Negro, a cerca de 20 km ao sul de San Carlos de Rio Negro na aldeia Darigua (Amazonas, Venezuela). A água da lagoa era clara de coloração castanha (chá), mole e com pH muito ácido (pH 4,4). A temperatura foi de 25,4 ° C e sua condutividade elétrica <10 mS / cm.

 Rivulus staecki - fêmea

Para saber mais. 
Ingo Schindler and Stefano Valdesalici. Rivulus staecki, a new killifish (Teleostei: Cyprinodontiformes: Rivulidae) from the upper Rio Negro drainage in southern Venezuela. Vertebrate Zoology 61 (1) 2011.

Friday, July 8, 2011

Nova espécie de Rivulus

Uma nova espécie de Rivulus é descrita da região norte do Brasil. Nomeada de Rivulus albae, a espécie é membro do subgênero Melanorivulus e se distingue das demais espécies deste clado por possuir barras marrons oblíquas no flanco, freqüentemente em forma de divisa com o vértice posterior. Difere de Rivulus decoratus por ter menos escamas em séries laterais, mais raios branquiostegal e mais raios na nadadeira anal.

Rivulus albae

Etimologia. Nomeado em homenagem a Alba Garcia, a filha do segundo autor.

Nome popular. Conhecido como Rivulus spec. “Savanne” segundo Hessfeld & Bitter 1998

Distribuição. Rivulus albae é conhecido de poucas localidades pertencentes ao Lago Comprido e o rio Tartaruga Grande (Estado do Amapá, nordeste Brasil) a uma altitude média de 50 metros acima do nível do mar.

Rivulus albae recém coletado

Notas do hábitat. Rivulus albae foi coletado em áreas de transição entre cerrado e florestas próximos a corpos d'água de grande porte cristalinos, lagos e lagoas com densa vegetação subaquática.
Na localidade-tipo a temperatura da água foi de cerca de 38 ° C às 12:00 am. A águas apresentava pH levemente ácido (entre pH 6 e 6,5), com uma condutividade muito baixa (cerca de 30 microsiemens / cm). Uma espécie Fluviphylax foi coletada juntamente com R. albae em todos os locais de coleta. Associado a isto, em algumas localidades foram encontradas Copella arnoldi, Hoplias malabaricus, e espécies de Nannostomus.

Localidade tipo

 Para saber mais:
Stefano Valdesalici, José Ramón García Gil and Dalton Tavares Bressane Nielsen. Rivulus albae, a new species of killifish (Teleostei: Cyprinodontiformes: Rivulidae) from northeastern Brazil. Vertebrate Zoology 61 (1) 2011.

Tuesday, June 28, 2011

Nova espécie de Hypsolebias

Uma nova espécie do gênero Hypsolebias é descrita do Rio Carnaíba de Dentro na bacia do Rio São Francisco, pelos ictiólogos Wilson Costa e Pedro Amorim.
O complexo de espécies Hypsolebias flavicaudatus é um clado de peixes anuais que habitam poças sazonais associadas à bacia do Rio São Francisco, na região semi-árida da Caatinga do nordeste do Brasil. A análise de caracteres tanto morfológicos quanto moleculares sustenta o reconhecimento de uma nova espécie deste complexo, aqui nomeada como Hypsolebias guanambi.

 Hypsolebias guanambi - macho

Ela foi coletada na seção superior da drenagem do Rio Carnaíba de Dentro e se distingue de todas as outras espécies do complexo por possuir a nadadeira dorsal posicionada mais posteriormente em fêmeas, presença de raios filamentosos curtos nas nadadeiras dorsal e anal em machos e menos dentes no osso segundo faringobranquial. O reconhecimento de uma espécie do complexo H. flavicaudatus endêmica da drenagem do alto Rio Carnaíba de Dentro corrobora esta região como uma importante área de endemismo para peixes anuais.

Distribuição e notas ecológicas. Hypsolebias guanambi é conhecida apenas na localidade-tipo, onde algumas poças sazonais são adjacentes a um pequeno córrego afluente do Rio Carnaíba de Dentro, que é um afluente direito do rio São Francisco, 13 km a oeste de Guanambi, Bahia, nordeste do Brasil. A localidade tipo é inserida no bioma semi-árido da Caatinga, uma região com uma temporada irregular de chuvas, entre novembro e maio, com precipitação anual, atingindo cerca de 650-830 mm. Durante os períodos de sêca, ambos pântanos e córregos da região secão. Na época da chuva, as poças eram superficiais, cerca de 0,8 m no no local mais fundo. A água estava clara a ligeiramente turva, de coloração amarelo escuro. Vegetação aquática densa estava presente em todas as partes da poça. Outras espécies encontrados na mesma poça foram Hypsolebias carlettoi (Costa & Nielsen) e Cynolebias leptocephalus Costa & Brasil. Hypsolebias guanambi nunca foi encontradas nos vários e bem amostrados pântanos sazonais em torno da cidade de Guanambi, que é habitada por H. fulminantis (Costa & Brasil) e H. ghisolfii (Costa, Cyrino & Nielsen), que são encontradas na mesma renagem, apenas a 10 km da localidade tipo H. guanambi.

  Hypsolebias guanambi - fêmea

Etimologia. O nome Guanambi refere-se à cidade de Guanambi, a qual possui vastas áreas de alagamento que se formam em torno da drenagem do Rio
Carnaíba de Dentro, habitadas por diversas espécies do gênero Hypsolebias, constituindo assim uma importante área de endemismo da família Rivulidae. O nome é Guanambi é derivada do Tupi-Guarani, que significa beija-flor.

Para saber mais: 
WILSON J. E. M. COSTA & PEDRO F. AMORIM, 2011. A new annual killifish species of the Hypsolebias flavicaudatus complex from the São Francisco River basin, Brazilian Caatinga (Cyprinodontiformes: Rivulidae). Vertebrate Zoology 61(1), 94 -104.

Saturday, April 9, 2011

Livro Killifish Cynopoecilini

Lançado em 2010, o segundo livro de Dalton Nielsen, Killifish - Cynopoecilini, trata do grupo de peixes mais ameaçados de extinção da América do Sul. De um total de 19 espécies que formam o grupo, três espécies são consideradas extintas na natureza, outras 07 espécies estão criticamente ameaçadas, 02 são consideradas ameaçadas de extinção e os outros duas são vulneráveis​​. O único gênero que não está em risco de extinção iminente é o Cynopoecilius.


Portanto todos os esforços para a conservação destas espécies é válido. Um exemplo real foi realizada recentemente pelo Grupo de Conservação da Baixada Fluminense, onde eles conseguiram chamar a atenção sobre a presença de uma população de Notholebias minimus na rota de uma rodovia em construção.

 Notholebias minimus

Vale a pena ler esse livro! 

 © Copyright 2011 ©

Tuesday, January 12, 2010

A espécie Notholebias minimus

Gênero: Notholebias


Espécie tipo: Notholebias minimus (Myers, 1942).

Notholebias minimus - macho

Espécies incluídas no gênero:
Notholebias minimus(Myers, 1942), Notholebias fractifasciatus (Costa, 1988), Notholebias cruzi (Costa, 1988).

Distribuição: Planícies litorais do sudeste do Brasil, entre as várzeas do rio São João e o município de Itaguaí, estado do Rio de Janeiro.

Etimologia:
Do grego nothos = falso, e lebias = pequeno peixe, um gênero masculino.
Notholebias é uma alusão a semelhança superficial entre as espécies incluídas no gênero novo, com as espécies do gênero de killifishes africanos Nothobranchius Peters, 1868; principalmente a espécie Nothobranchius lourensi Wildekamp, 1977, que possui os mesmos padrões de coloração e corpo similiar.


Notholebias minimus - macho

Diagnose: O gênero Notholebias é diagnosticado por duas sinapomorfias (novidades evolutivas), a cartilagem basihial estreita, aproximadamente retangular; e a presença de barras iridescentes ou linhas verticais na nadadeira caudal dos machos. Também esse gênero é caracterizado por três características plesiomorficas (caractéres herdados do ancestral sem modificação), como a presença do dermoesfenotico (osso cutâneo situado na região dorsal-posterior á orbita) aperfeiçoado no contato da nadadeira peitoral dos machos; e a região opercular com barras vermelhas nos machos.

A espécie

Notholebias minimus (Myers, 1942)

Sinonimos: Cynolebias ladigesi, Cynolebias minimus, Cynopoecilus foerschi, Cynopoecilus ladigesi, Cynopoecilus minimus, Leptolebias minimus.

Notholebias minimus - macho


Descrição: Peixe de pequeno porte com cerca de 20 mm a 30 mm de comprimento padrão, com copro alongado e ligeiramente comprimido nas laterais. Machos possuem nadadeiras dorsal e anal prolongadas, caudal larga e truncada e peitorais arredondadas; apresentam coloração avermelhada em fundo azul turquesa. Fêmeas apresentam nadadeiras dorsal, anal e caudal translúcidas; são monocromáticas, com coloração castanho claro

Etimologia: do latim minimus = pequeno, por ter sido a menor "Cynolebias" enviada pelo Major Thomas White e sua esposa Constance White ao ictiólogo americano George Myers na década de 1940.

Notholebias minimus - fêmea

Considerada segundo o IBAMA como ameaçada de Extinção; e segundo o IUCN 2009 como Vulnerável.

Referências

Costa, W.J.E.M. 1988. Sistemática e distribuição do complexo de espécies Cynolebias minimus (Cyprinodontiformes, Rivullidae), com descrição de duas espécies novas. (557-570)

Costa, W. J. E. M.   2008. Monophyly and taxonomy of the Neotropical seasonal killifish genus Leptolebias (Teleostei: Aplocheiloidei: Rivulidae), with description of a new genus. Zoological Journal of the Linnean Society v. 153: 147-160.

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke © Copyright 2010 ©  

Thursday, October 1, 2009

Após perereca, um peixe no caminho do PAC

A construção do Arco Metropolitano, em Seropédica, considerada uma das maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Rio, poderá sofrer atraso depois da nova descoberta de biólogos, que identificaram no local uma espécie ameaçada e rara de peixe, o Notholebias minimus. Na semana passada, as obras já haviam sido interrompidas depois da localização de uma espécie de perereca ameaçada de extinção.

Exemplar de Notholebias minimus

 Segundo o biólogo Sérgio Potsch de Carvalho e Silva, responsável pelo laboratório de répteis e anfíbios da UFRJ, o peixinho - assim como a perereca Physalaemus soaresi, são uma exclusividade do brejo da Floresta Nacional Mário Xavier. Parte dos 77 quilômetros do arco ocupa 1,6% (cerca de 80 mil metros quadrados) da floresta. A perereca foi descoberta na década de 60, e pesquisas mostram que ela não existe em nenhuma outra área a não ser naquela reserva específica. Com o peixinho, conhecido como killifish, acontece o mesmo. A mata em si não tem grande importância científica, mas tem um significado imenso como habitat dessas espécies - explicou Potsch.

 
 Exemplar de Physalaemus soaresi 

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou na semana passada que a solução para não interromper as obras do PAC seria a instalação de placas de ferro separando o canteiro de obras do habitat da perereca. Técnicos da Secretaria estadual de Obras, do Ibama e do Instituto Chico Mendes estão discutindo o assunto para preservar a Physalaemus soaresi e dar continuidade às obras do Arco Metropolitano. O biólogo Potsch acredita que a construção do muro de metal cercando o brejo, com ações servindo de "bichoduto", proposto pelo governo para salvar as pererecas, é uma medida paliativa. Ele disse não saber que tipo de interferência a cerca pode representar para os animais.

Fonte: O Globo

Fotos: Cyro de Luna

Tuesday, August 25, 2009

Kryptolebias ocellatus

Entre os vertebrados, somente a espécie Kryptolebias marmoratus ( Caribe e Flórida) era a única conhecida como autofecundante.
 
Kryptolebias ocellatus - adulto

Em um estudo envolvendo análises genéticas (microsatélites), mostraram que a espécie Kryptolebias ocellatus, encontradas na regiões de mangues com água doce (do Rio de Janeiro a Santa Catarina) também é uma espécie de fertilização externa. Foi provado que 97% dos indivíduos da espécie são geradas de maneira solitária, ou seja, um único indivíduo se auto-fecunda. Analisando K. caudomarginatus e K. brasiliensis, não foram encontradas nenhuma evidência de auto-fecundação entre elas, apenas em K. ocellatus.

Esses resultados indicam que a origem da auto-fecundação provavelmente surgiu no ancestral comum das duas espécies, o clado marmoratus-ocellatus, sendo estimado em cerca de 2 milhões de anos atrás, através das sequências de DNA e microsatélites mitocondrial.

 Kryptolebias ocellatus - Juvenil


Para saber mais:
TATARENKOVA, A.; LIMA, S.M.Q.; TAYLORr, D.S.; AVISE, J. C. Proc Natl Acad Sci USA 106:14456-14459, 2009.
Fotos:

Sunday, December 28, 2008

Ordem Cyprinodontiformes

Os peixes da ordem Cyprinodontiformes possuem uma única nadadeira dorsal, a nadadeia anal raramente possui espinhos e presença de escamas ciclóides no corpo. O corpo é fusiforme, geralmente pequeno, não excedendo 30 cm nas grandes espécies, mas alcançando 8 cm na maioria. Não existe nadadeira adiposa, nem linha lateral e a boca é usualmente grande e superior.

Simpsonichthys constanciae

O grupo ocorre predominantemente em águas doces tropicais (exceto Austrália e Nova Guiné), mas muitas espécies são encontradas nos estuários e/ou áreas da região temperada da América do Norte, planícies costeiras mediterrâneas e no mar Negro. As aproximadamente 850 espécies conhecidas sendo distribuídas em 9 famílias e duas sub-ordens dentro dessa ordem.
A ordem Cyprinodontiformes é dividida conforme abaixo (Segue algumas fotos das espécies pertencentes a essas subordens e famílias) :


Subordem Aplocheiloidei, Bleeker 1860

Família Rivulidae, Myers 1925

Rivulus xiphidius

Simpsonichthys zonatus

Austrolebias nigripinnis var. albina

Leptolebias aureogutattus

Pterolebias phasianus


Família Aplocheilidae, Bleeker 1860

Nothobranchius rachovii

Fundulopanchax gardneri

Aphyosemion sjoestedti

Epiplatys annulatus


Subordem Cyprinodontoidei, Gill 1865

Família Fundulidae, Jordan & Gilbert 1883

Fundulus catenatus

Família Goodeidae, Jordan 1923

Crenichthys baileyi

Família Profundulidae, Hoedeman & Bronner 1951

Profundulus sp.

Família Valenciidae, Parenti 1981

Valencia hispanica

Família Cyprinodontidae, Gill 1865

Aphanius iberus

Jordanella floridae

Família Anablepidae, Garman 1895

Anableps anableps


Família Poeciliidae, Garman 1895

Poecilia wingei

Fluviphylax pigmaeus

Xiphophorus helleri

Xenotoca eiseni

Poecilia latipinna


Referências Bibliográficas

COSTA, W. J. E. M. . Phylogeny And Classification Of The Cyprinodontiformes (Euteleostei: Atherinomorpha): A Reappraisal. Phylogeny and Classification of Neotropical Fishes. 1 ed. Porto Alegre: Edipucrs, 1998, v. , p. 537-560.

MENEZES, N. A.; WEITZMAN, S. H.; OYAKAWA O. T.; LIMA, F. C. T.; CASTRO, R. M.; WEITZMAN, M. J. Peixes de água doce da mata atlântica. – Sâo Paulo: Museu de Zoologia - USP, 2007 408 p.

OYAKAWA, O.; AKAMA, A.; MAUTARI, K.C. Peixes de Riachos da Mata Atlântica – São Paulo Editora Neotópica, 2006 201 p.

Fotos

Alf Person
Bernd Kaufmann
Cristo Cristov
FFalcon

Grandjean
Jay Luto
Olaf Deters
Peter Kaclik
Rod Morris
Vasco Gomes

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2008 ©

Saturday, September 20, 2008

Simpsonichthys e Nematolebias + Prêmio

Foi lançado recentemente o livro "Simpsonichthys e Nematolebias" do biólogo Dalton Nielsen. O Livro "Simpsonichthys e Nematolebias" apresenta os aspectos gerais dos gêneros abordados, tratando tudo sobre histórico, sistemática, morfologia, alimentação, comportamento reprodutivo, reprodução em cativeiro, doenças, distribuição geográfica e ecologia das espécies em questão. A publicação ainda traz a ficha técnica de 52 espécies com fotos coloridas, ilustrações, gráficos e tabelas em 235 páginas.

Simpsonichthys boitonei

A edição é um importante instrumento para o conhecimento dessas espécies, uma vez que cerca de 90% da população brasileira não conhecem a diversidade de espécies da família Rivulidae. É indicada para pesquisadores, estudantes e público interessado no tema. A produção é da Editora e Livraria Universitária Cabral.

Para adquirir o livro, basta entrar em contato no segunite e-mail: dnielsen@uol.com.br

Dalton Nielsen é Biólogo formado pela UNITAU ( Universidade de Taubaté). Desde 1983 estuda a ordem Cyprinodontiforme, com maior atenção a família Rivulidae, tendo descrito em conjunto com Wilson Costa cerca de 25 novas espécies para a ciência.


Nematolebias whitei

Alguns de seus trabalhos científicos realizados:

Autor do livro “Simpsonichthys e Nematolebias” Editora Cabral. Maio de 2008.

Pituna xinguensis, new species . Zootaxa 1410:1-41. 22 Feb 2007.

Plesiolebias altamira , new species. Zootaxa 1410:1-41. 22 Feb 2007.

Plesiolebias canabravensis , new species. Zootaxa 1410:1-41. 22 Feb 2007.

Cynolebias paraguaensis n. sp. (Teleostei: Cyprinodontiformes: Rivulidae) a new seasonal killifish from the brazilian Caatinga, Paraguaçu River Basin. Aqua,Internacional Journal of Ichthyology. Aqua vol12 nº3, 10 July, 2007.

Simpsonichthys carlettoi (Cyprinodontiformes: Rivulidae) a new annual fish from the Rio Sao Francisco basin, north-eastern Brazil . Aqua, Journal of Ichthyology and Aquatic Biology, 8 (3): 125-130, 2004.

Simpsonichthys reticulatus n. sp. (Cyprinodontiformes: Rivulidae): a new annual fish from the Rio Xingu flood plains, Brazilian Amazon. Aqua, Journal of Ichthyology and Aquatic Biology, 7 (3): 119-122, 2 figs., 1 tab, 15 Set 2003.

Caracterização morfológica e dimorfismo sexual em Brycon opalinus (Pisces - Caracidae) no Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Santa Virgínia. In: V Encontro de Iniciação Científica e I Mostra de Pós Graduação - UNITAU, 2000.

Simpsonichthys auratus, um novo peixe anual do afluente do rio Paracatu, bacia do São Francisco, Brasil. (Cyprinodontiformes: Rivulidae) Ichthyol.Explor.Freshwaters, vol.11, nº 1,11jan 1999.

Descrição de uma nova espécie de peixe anual do gênero Simpsonichthys (Cyprinodontiformes: Rivulidae) da bacia do rio São Francisco, Brasil. Revue fr. Aquariol.,23(1996),1-2, 30 juin 1996 .

Um novo gênero e espécie de peixe anual (Cyprinodontiformes: Rivulidae) da bacia do Araguaia, Brasil central. Ichthyol.Explor.Freshwaters, vol.7,nº3 16 Sept 1996 .

Distribuição de Leptolebias aureoguttatus (Cyprinodontiformes: Rivulidae) e descoberta de Oito novas populações. JKNF, vol3, nº 3, 21 Jun 1991.
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Prêmio

Recebi o selinho "É mais gostoso com amor" da amiga Mirian do blogger Gente Sem Saúde.

O selo já diz tudo: fazer a coisas com amor, seja nos relacionamentos, na profissão, na vida; torna-se algo que temos prazer em fazer.

Repasso para:

Ciça

Tuesday, May 13, 2008

Novo gênero para os killifishes Sulamericanos

O récem lançado artigo do ictiólogo Wilson Costa sobre o gênero Leptolebias, transfere as espécies Leptolebias minimus, L. fractifasciatus e L. cruzi para o novo gênero Notholebias (Costa, 2008).

As atuais espécies de Leptolebias foram reorganizadas em dois gêneros distintos:

Leptolebias (Myers 1952)
L. marmoratus
L. splendens
L. opalescens
L. citripinnis
L. aureoguttatus
L. itanhaensis (Costa, 2008) – nova espécie (SP e PR)

Leptolebias citripinnis


Leptolebias marmoratus


Notholebias (Costa, 2008)
N. minimus
N. fractifasciatus
N. cruzi

* Leptolebias leitaoi apresentou uma posição filogenética ainda indefinida.


Notholebias fractifasciatus


Notholebias minimus


Para conhecer mais do trabalho, consulte em:
Costa, W. J.E.M. 2008. Monophyly and taxonomy of the Neotropical seasonal killifish genus Leptolebias (Teleostei: Aplocheiloidei: Rivulidae), with the description of a new genus. Linnean Society of London, Zoological Journal of the Linnean Society153: 147-160.

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2008 ©