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Saturday, January 1, 2011

2011 Reestruturação

Após algum tempo com problemas no antigo layout, o NATURE PLANET retorna renovado para iniciar esse novo ano sempre recheado de novidades.

Um FELIZ ANO NOVO a todos nossos leitores!!!


Feliz Ano Nuevo!!! Gutes Neues Jahr!!! Bon Any Nou!!! Xin nian yu kuai!!! onnellista Uutta Vuotta!!! Bonne Année!!! Blwyddyn Newydd Dda!!! Kainourios Chronos!!! Shanah Tovah! Gelukkig Nieuwjaar! Boldog Ujevet!!! Buon Capo d'Anno!!! Akemashite Omedetou Gozaimasu!!! Annum Faustum!!! Godt Nytt Ar!!! Szczesliwego Nowego roku!!! Happy New Year!!!

 
Anos 2006-2008

 
Anos 2008-2010


 
Anos 2010 até hoje

Sunday, October 21, 2007

PROJETO TAMAR

HISTÓRIA


O nome TAMAR foi criado a partir da contração das palavras “tartaruga marinha”.

Até o final da década de 70: nenhum trabalho de conservação marinha
As tartarugas marinhas já haviam sido incluídas numa lista de espécies ameaçadas de extinção, mas estavam desaparecendo rapidamente, por causa da captura incidental em atividades de pesca, da matança das fêmeas e da coleta dos ovos na praia. Houve reação e denúncias, inclusive com repercussão internacional.

1976 a 1978: primeiras expedições a Fernando de Noronha, Atol das Rocas e Abrolhos
O objetivo era desbravar áreas marinhas remotas, denunciar a degradação e alertar para a necessidade de conservação. Entre os realizadores dessas primeiras expedições, a maioria estudantes de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande, estavam aqueles que integrariam, anos depois, a primeira equipe do Projeto TAMAR.

1980: criação do Projeto TAMAR
O IBDF criou o Projeto TAMAR, com o objetivo de salvar e proteger as tartarugas marinhas do Brasil. Como primeira ação, foram enviados questionários a prefeituras, universidade, delegacias regionais do IBDF e colônias de pescadores, de todas as localidades, do Oiapoque ao Chuí. Pesquisadores levaram dois anos percorrendo o litoral brasileiro para a identificação das espécies, locais de desova, período de desova e os principais problemas relativos à exploração.

1981: Caravana Rolidei
A equipe se auto-intitula “Caravana Rolidei”, inspirada no filme By By Brasil, de Cacá Diegues, premiado no Festival de Cannes. A Caravana realiza as primeiras iniciativas de conscientização das comunidades e registra as primeiras imagens de uma tartaruga marinha em comportamento de desova no Brasil.

1982: monitoramento da temporada reprodutiva nas três primeiras bases
Depois de identificados os principais pontos de desova, o trabalho de conservação começou pela Bahia (Praia do Forte), Espírito Santo (Comboios) e Sergipe (Pirambú). No dia 18 de janeiro, o TAMAR marca uma tartaruga marinha pela primeira vez no Atol das Rocas.

1983: primeiro patrocínio da Petrobras
Os próprios oceanógrafos procuraram a Petrobras, no Rio de Janeiro, apresentando todo o levantamento já feito, o trabalho em curso, função e objetivos do Projeto. A empresa adotou a idéia e passou a abastecer os jeeps. Depois, contratou três pescadores, os estagiários, e nunca mais os laços entre o TAMAR e a Petrobras se desfizeram.

1988: criação da Fundação Pró-TAMAR
Aliada imprescindível, a Fundação é uma entidade sem fins lucrativos criada para apoiar o trabalho de conservação das tartarugas marinhas, responsável por parte das atividades na área administrativa, técnica, científica, pela captação de recursos junto à iniciativa privada e agências financiadoras, e pela gestão do programa de auto-sustentação. Saiba mais...


Tartarugas recém nascidas na corrida para o mar
1990: criação do Centro TAMAR-IBAMA e da primeira Confecção Pró-TAMAR, em Regência/ES
1992: 1 milhão de filhotes protegidos e liberados ao mar
1995: 2 milhões de filhotes protegidos e liberados ao mar
1999: 3 milhões de filhotes protegidos e liberados ao mar
2000: 4 milhões de filhotes protegidos e liberados ao mar
2003: 5 milhões de filhotes protegidos e liberados ao mar

2005: 7 milhões de filhotes protegidos e liberados ao mar

2007: 8 milhões de filhotes protegidos e liberados ao mar


Tartarugas recém nascidas na corrida para o mar


Missão
A missão é proteger as tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, através da geração de alternativas econômicas sustentáveis.
O TAMAR surgiu com o objetivo de proteger as tartarugas marinhas. Com o tempo, porém, percebeu-se que os trabalhos não poderiam ficar restritos às tartarugas, pois uma das chaves para o sucesso desta missão seria o apoio ao desenvolvimento das comunidades costeiras, de forma a oferecer alternativas econômicas que amenizassem a questão social, reduzindo assim a pressão humana sobre as tartarugas marinhas.
As atividades são organizadas a partir de três linhas de ação: Conservação e Pesquisa Aplicada, Educação Ambiental e Desenvolvimento Local Sustentável, onde a principal ferramenta é a criatividade. Desde o início, tem sido necessário desenvolver técnicas pioneiras de conservação e desenvolvimento comunitário, adequadas às realidades de cada uma das regiões trabalhadas. As atividades estão concentradas em 22 bases, distribuídas em mais de 1100 km de costa.
Assim, sob o abrigo da proteção das tartarugas, promove-se também a conservação dos ecossistemas marinho e costeiro e o desenvolvimento sustentável das comunidades próximas às bases - estratégia de conservação conhecida como “espécie-bandeira” ou “espécie-guarda-chuva”.
Essas atividades envolvem cerca de 1200 pessoas, a maioria moradores das comunidades, e são essenciais para a proteção das tartarugas marinhas, pois melhoram as condições do seu habitat e reduzem a pressão humana sobre os ecossistemas e as espécies.


Bases do projeto Tamar
TARTARUGAS MARINHAS

As tartarugas marinhas existem há mais de 180 milhões de anos e conseguiram sobreviver a todas as mudanças do planeta. Mas sua origem foi na terra e, na sua aventura para o mar, evoluíram, diferenciando-se de outros répteis.
O número de suas vértebras diminuiu e as que restaram se fundiram às costelas, formando uma carapaça resistente, embora leve. Perderam os dentes, ganharam uma espécie de bico e suas patas se transformaram em nadadeiras. Tudo para se adaptarem à vida no mar.
Existem sete espécies de tartarugas marinhas, agrupadas em duas famílias - a das Dermochelyidae e a das Cheloniidae. Dessas, cinco são encontradas no Brasil.

Nome Científico: Caretta caretta
Nomes comuns: cabeçuda ou mestiça
Status internacional: Em Perigo (classificação da IUCN)
Status no Brasil: Em Perigo (lista de espécies ameaçadas do IBAMA)
Distribuição: oceanos Atlântico, Índico, Pacífico e mar Mediterrâneo (águas temperadas).


Tartaruga cabeçuda
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Nome Científico: Eretmochelys imbricata
Nome comum: tartaruga-de-pente
Status internacional: Criticamente Em Perigo (classificação da IUCN)
Status no Brasil: Em Perigo (lista de espécies ameaçadas do IBAMA)

Tartaruga de pente

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Nome Científico: Chelonia mydas
Nomes comuns: aruanã ou tartaruga-verde
Status Internacional: Em Perigo (classificação da IUCN)
Status no Brasil: Vulnerável (lista de espécies ameaçadas do IBAMA)
Distribuição: todos os mares temperados e tropicais do mundo

Tartaruga verde
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Nome Científico: Lepidochelys olivacea
Nomes comuns: tartaruga-oliva
Status Internacional: Em Perigo (classificação da IUCN)
Status no Brasil: Em Perigo (lista de espécies ameaçadas do IBAMA)
Distribuição: oceanos Pacífico e Índico; no Atlântico ocorre na América do Sul e na costa oeste da África
Habitat: principalmente águas rasas, mas também em mar aberto

Tartaruga oliva
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Nome Científico: Dermochelys coriacea
Nomes comuns: tartaruga-de-couro ou tartaruga-gigante
Status Internacional: Criticamente Em Perigo (classificação da IUCN)
Status no Brasil: Criticamente Em Perigo (lista de espécies ameaçadas do IBAMA)
Distribuição: todos os oceanos tropicais e temperados do mundo
Habitat: principalmente alto-mar, sendo eventualmente encontrada em baías e estuários

Tartaruga de couro

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Nome Científico: Natator depressus
Status Internacional: falta de dados (status não definido pela IUCN)
Distribuição: Limitada às águas dos litorais das regiões noroeste, norte e nordeste da Austrália e do golfo de Papua Nova Guiné.
Habitat: prefere águas costeiras, baías e recifes de coral
Tamanho: Possui em média 90 centímetros de comprimento curvilíneo de carapaça;


Tartaruga Flatback

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Nome Científico: Lepidochelys kempii
Status Internacional: Criticamente Em Perigo (classificação da IUCN)
Distribuição: a maioria dos adultos existe no Golfo do México; os juvenis variam entre áreas dos litorais tropicais do noroeste do oceano Atlântico
Habitat: preferem áreas rasas com fundos arenosos e enlameados
Tamanho: entre 60 e 70 cm de comprimento curvilíneo de carapaça

Tartaruga de Kempi

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Conheça mais do projeto em: www.projetotamar.org.br



Ano II - Nature Planet

Tuesday, September 11, 2007

Projeto Meros do Brasil



Seu início marca a crescente preocupação com o declí­nio sofrido na população de Meros ao longo de toda sua distribuição. A pesca desta espécie já foi proibida em diversos pontos do oceano Atlântico Oeste. No Brasil, a portaria Nº 121, de 20 de setembro de 2002, veio garantir a proteção do mero por 5 anos e fortalecer a necessidade de pesquisas científicas sobre a sua biologia. O mero é um peixe que atinge as maiores proporções dentro das espécies da famí­lia Serranidae (ex. garoupa, badejo, cherne, mero) podendo chegar a um total de 300Kg em massa. Este fator, juntamente ao crescimento lento, hermafroditismo protogínico, formação de agregados reprodutivos e idade de primeira maturação elevada, destacam a espécie como altamente susceptí­vel à sobrepesca. Aliado aos fatores preocupantes de sua biologia está o alto valor de mercado alcançado nas peixarias por espécies da famí­lia Serranidae, que causa uma grande procura pelo peixe.




Ephinephelus Itajara
Com a fundação da ONG VIDAMAR, no começo do ano de 2002, o projeto MEROS DO BRASIL se consolidou, tendo como parceira a Universidade do Vale do Itajaí­ (UNIVALLI - CTTMar) e a escola e operadora de mergulho HIDROSUB. Essa parceria visa unir esforços para conhecer melhor a biologia desta espécie e ao mesmo tempo, com auxí­lio de conhecimento cientí­fico, contribuir para a sua conservação nas águas brasileiras.


Ephinephelus Itajara

Biologia

Mero (Ephinephelus Itajara): Membro da família Serranidae, sendo o maior dos representantes no Atlântico podendo chegar ao peso máximo de aproximadamente 455 kg e são marcados visivelmente por sua cabeça lisa e larga, espinhos dorsais curtos, olhos pequenos e dentes caninos. Sua cor varia de marrom amarelado à azeitona, com os pontos escuros pequenos na cabeça, no corpo e nas barbatanas. Os machos tendem a mudar a cor ao cortejar. Quanto mais peixes estiverem reunidos, mais intensas são as interaçães entre os indivíduos (Sadovy et al., 1999). Os Meros são predadores situados em níveis superiores da cadeia trófica, alimentam-se principalmente de crustáceos, lagostas e caranguejos (GMFMC, 2001). Juvenis alimentam-se de camarões, caranguejos e bagres marinhos. Partes de polvos, tartarugas e outros peixes também foram encontrados (Sadovy et al., 1999). Notavelmente, adultos podem viver aproximadamente 30 anos de idade (26 para machos, 37 para fêmeas). Se a população fosse deixada intacta, Meros poderiam viver acima de quarenta anos de idade (NOAA NMFS, 2001). O maior problema enfrentado pelo mero é a falta de dados exatos inerentes à biologia da espécie e a pesca predatória feita pelo homem.


Ephinephelus Itajara




*Nota: A portaria Nº 121, de 20 de setembro de 2002, que garantiu a proteção do mero por 5 anos, venceria agora no próximo dia 20 de setembro. A mesma foi prorrogada por mais 5 anos.
Saiba mais do Projeto: www.merosdobrasil.org

Thursday, August 23, 2007

Projeto Baleia Jubarte


Na região do Arquipélago de Abrolhos, no sul da Bahia, entre os meses de julho a novembro, as baleias jubarte chegam e se concentram com o propósito de reprodução e cria. São observadas normalmente em pares de fêmeas com filhotes acompanhadas de machos adultos. Estes competem pelo acesso às fêmeas em idade de reprodução. Para estudar e proteger estas baleias em sua época de cria e reprodução, nascia em 1988 o Projeto Baleia Jubarte.
Em Abril de 1996 foi criado o Instituto Baleia Jubarte - Organização Não Governamental sem fins lucrativos - que tem por objetivo alavancar o desenvolvimento das atividades de pesquisa do Projeto Baleia Jubarte e de outros projetos que visem a melhoria da qualidade de vida das comunidades litorâneas desta região, como, por exemplo, o Programa de Educação e Informação Ambiental e o Projeto de Gerenciamento Costeiro Integrado.




A baleia jubarte (Megaptera novaeangliae), também chamada baleia corcunda ou preta, pertence a família Balaenopteridae e é conhecida por seu temperamento dócil, pelas acrobacias que realiza (saltos, exposição de cabeça e nadadeiras, etc.) e por um desenvolvido sistema de vocalização. Uma característica marcante da espécie são as nadadeiras peitorais extremamente longas, que atingem quase 1/3 do comprimento total do corpo. As fêmeas, um pouco maiores que os machos, podem alcançar 16 m de comprimento e pesar 40 toneladas. Quando em fuga deslocam-se a velocidades de até 27 km/h.



As jubartes realizam migrações sazonais entre áreas de alimentação em altas latitudes, e área de reprodução e cria em regiões tropicais. No Atlântico Sul Ocidental, a principal área de reprodução desta espécie é o Banco dos Abrolhos, no litoral sul da Bahia. Nos meses de julho a novembro, estas baleias procuram as águas quentes, tranquilas e pouco profundas de Abrolhos para acasalar e dar à luz a um único filhote, que nasce após uma gestação de aproximadamente 11 meses. A caça indiscriminada reduziu drasticamente quase todas as populações de baleias do planeta. As baleias jubarte, cuja população mundial antes da caça era cerca de 150.000 indivíduos, hoje está estimada em quase 25.000 baleias distribuídas em todos os oceanos. Elas se encontram na Lista Ofícial de Espécies Ameaçadas de Extinção do IBAMA.




Para conhecer mais do projeto acesse: www.baleiajubarte.com.br

Sunday, August 12, 2007

Projeto Peixe Boi

História e Lenda
É provável que o peixe-boi tenha tido sua origem há mais ou menos 45 milhões de anos. Desde os primeiros contatos com o homem, este mamífero de águas doces e salgadas despertou muito interesse. O tamanho impressionava e levava os pescadores a temerem o animal. Para os antigos navegadores, a anatomia do peixe-boi, com sua cauda, lembrava a figura mitológica das sereias. Daí, a ordem a que ele pertence ser chamada sirênia e os peixes-bois também serem denominados sirênios.

Peixe-Boi Marinho - Trichechus manatus

O fato de ser dócil e precisar vir à tona para respirar contribuiu para que os peixes-bois fossem caçados durante séculos. Quando os portugueses chegaram ao Brasil logo ficaram interessados na carne, na gordura e no couro desses animais. A captura indiscriminada levou o peixe-boi ao risco de extinção.
A história está cheia de episódios que relatam as aventuras do homem e seu convívio nada amistoso com o mais dócil e indefeso dos animais.

Peixe-Boi Amazônico - Trichechus inunguis

Na literatura clássica da Grécia, a obra Odisséia, de Homero, narra as tentações sofridas pelo navegador que lutou bravamente contra a sedução do canto e beleza das sereias. É deste relato que vem a associação à figura do peixe-boi. Sua semelhança com as formas humanas, seu canto e docilidade fizeram-no ser comparado às sereias.
Se na Odisséia as vítimas eram os navegadores, na vida real eles foram vilões. As embarcações, além de poluir o meio ambiente, provocam estrago entre as populações de peixes-bois, que são facilmente atingidos pelas hélices.


O Projeto Peixe-boi
O projeto peixe-boi foi criado em 1980, para avaliar a situação em que se encontrava o peixe-boi marinho no litoral brasileiro.



Peixe-Boi Marinho -Trichechus manatus


Chegou-se à conclusão de que a espécie encontra-se em extinção pela caça de natureza predatória realizada pelos pescadores. A pesca era realizada por arpões principalmente, mas também havia outros métodos, como colocar tampões de madeira nas narinas do animal quando este subia à superfície para respirar. Dessa forma pretendia-se não prejudicar nem sua pele nem sua carne.
Tudo no peixe-boi era aproveitado: os ossos como material artesanal, a pele para confeccionar carteiras, cintos, sapatos e cordas, enquanto a carne servia para degustação.

Para reverter o processo de extinção do peixe-boi marinho, o Projeto Peixe-Boi, com a unidade móvel "Iguarakue" fez um extenso levantamento na costa brasileira, através de entrevistas direcionadas às populações ribeirinhas, definindo as principais áreas de ocorrência desse mamífero aquático, recomendando a criação de Áreas de Proteção Ambiental e a implementação de Bases Executoras Regionais.


Peixe-Boi Amazônico - Trichechus inunguis
Para cumprir sua função, o Projeto Peixe-Boi resgata, reabilita e reintroduz peixes-bois no seu habitat natural. A reprodução e o nascimento de filhotes em cativeiro também são elementos importantes desta estratégia. Existem exemplos vitoriosos de animais que passaram por este processo, foram reintroduzidos e hoje são monitorados diariamente pela equipe técnica do Projeto através da rádio-telemetria



O projeto atualmente é dividido em duas frentes:



Projeto Peixe-Boi Marinho e Projeto Peixe-Boi da Amazônia




Conheça mais do projeto em :

www.projetopeixe-boi.com.br


www.ibama.gov.br/cma



Sunday, July 22, 2007

Projeto Hippocampus

Biologia, cultivo e preservação de cavalos-marinhos brasileiros!


O Projeto Hippocampus, nasceu em 1995 em Porto Alegre-RS. Nesta época, os dados sobre biologia para as espécies brasileiras, em ambientes naturais ou em laboratório, eram inexistentes. Por muitos anos, os trabalhos do Projeto se restringiram aos estudos de laboratório, realizados no Laboratório de Aqüicultura Marinha –LABAQUAC. A partir de 2001, por convite da Prefeitura Municipal do Ipojuca, a sede do Projeto foi transferida para Porto de Galinhas, Ipojuca, PE e deu-se início aos estudos de dinâmica populacional no manguezal de Maracaípe.


Hippocampus reidi


Pioneiro no estudo de cavalos-marinhos no Brasil, o Projeto Hippocampus atualmente conta com a parceria de diversas instituições de pesquisa, e trabalha em parceria com o Ministério Público Federal/Procuradoria da República em Pernambuco e IBAMA, na proteção e regulamentação de leis específicas sobre a pesca e preservação do cavalo-marinho, bem como, desenvolve trabalho de educação ambiental junto às comunidades locais e de turistas.


Hippocampus erectus


Conheça mais do projeto em: www.projetohippocampus.com