Sunday, November 11, 2007

A Saga dos Piabeiros!

O dia-a-dia de dificuldades sofridas pelos pescadores de peixe ornamentais são retratados pelo documentário A Saga do Piabeiro, de José Guedes, representante do Amazonas na terceira edição do Programa de Fomento à Produção e Teledifusão do Documentário Brasileiro (DOCTV).

Os piabeiros precisam capturar cerca de mil cardinais para lucrarem até R$ 12. Quando os animais são passados aos atravessadores das grandes cidades, eles são vendidos, cada um, praticamente pelo mesmo preço do milheiro, cerca de R$ 10. O documentário esta dividido em seis partes no YouTube, segue links abaixo:






Fotos:
AIPA
Atlas D. Pez

Friday, November 9, 2007

Cute Cat Pictures - A Piece of Meat

This is my cute cat pictures... a story about a piece of meat!!! The cat pictures were taken before lunch... while my sister prepare to cook some meat for our lunch. In fact these cute cat pictures were taken in different month, day and time. I just trying to blend this cat pictures to make a nice story about a piece of meat.

cute cat picture in the shoe - Comel young brother
I'm ready to attack....!
This is Kiko, my youngest kitten. I took this cat picture when I saw my cat trying to hide herself in my shoe and starring at... and suddenly jump out...!!

cute cat picture - give me some
Hey where is mine!! I took this cat picture when Kiko trying to deal something with her sister, Comel

cute cat picture - I need it
I believe!! Kiko trying to say something to her sister... might be.. Please give me some I am hungry....

cute cat picture - please
I was very interesting to take this cat picture because the dealing and argument are still continue and suddenly warrrrrr!!!

cute cat picture - go away
I said "Go away don't disturb me... this is mine" This is the last cat pictures taken before the dealing is over.

Tuesday, November 6, 2007

Ciência

Pesquisa sobre diversidade de peixes no Pantanal faz última coleta

Uma pesquisa que avalia a influência do pulso de inundação do rio Paraguai sobre a riqueza, diversidade e abundância dos peixes que vivem na Baía do Tuiuiú fez nos dias 16, 17 e 18 de outubro sua 15ª e última coleta de material. O trabalho começou em abril de 2005 e vem sendo realizado no Pantanal sul-mato-grossense pela pesquisadora Emiko Resende, da Embrapa Pantanal, e no Pantanal do Mato Grosso pela professora Carolina Joana da Silva, da Unemat (Universidade Estadual do Mato Grosso).




Rio Paraguai



Emiko Resende coletou peixes, água e plantas aquáticas de ambientes inundáveis na baía, que é um braço do rio Paraguai. Ela quer descobrir como o pulso de inundação influencia na reprodução e na alimentação dos peixes. “Vamos avaliar, por exemplo, qual a função dos camalotes nessas áreas”, afirmou a pesquisadora.
Camalote é vegetação aquática que se desenvolve nos ambientes alagados dessas áreas inundáveis.



Coleta de Camalotes


O projeto é financiado pelo CPP (Centro de Pesquisa do Pantanal) e MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia) e os resultados devem ser entregues até agosto de 2008. As coletas foram feitas a cada dois meses em seis pontos da baía. A pesquisadora utiliza diferentes técnicas de coleta de material. Para pegar peixes no leito do rio ela usou rede de espera e tarrafas pequena e grande. Peixes menores foram coletados com o uso de uma tela passada sob os camalotes. Todas as espécies capturadas serão contadas e avaliadas, mesmo as que medem menos de 1 cm.
Coleta de peixes
Amostras de água dos seis pontos de estudo foram armazenadas em recipientes e levadas ao laboratório da Embrapa Pantanal (unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA). Emiko também mediu a temperatura, a transparência, o pH, a condutividade e o oxigênio da água. O trabalho foi acompanhado pelos funcionários Sidnei José Benício e Waldomiro de Lima e Silva (da Sema, cedido à Embrapa Pantanal).
Camalotes foram coletados em todos os pontos para a avaliação da presença de microorganismos em suas raízes. Desse modo, a pesquisa vai revelar como funciona a cadeia alimentar nesses ambientes. Os estômagos dos peixes estão sendo avaliados para mostrar detalhes de sua alimentação.


Pantanal em época de cheia
Emiko Resende disse suspeitar que a frente da cheia influi na reprodução dos peixes, principalmente de espécies não migradoras, como a piranha. No Pantanal norte a reprodução acontece no início do ano, quando o rio está cheio. No Pantanal sul, os peixes se reproduzem entre abril e maio, quando o nível do rio sobe.

Fonte:
Embrapa Pantanal

Sunday, November 4, 2007

Dog Adolescence

So we have our puppy potty trained. He is very good at home, and hasn't had
an accident for over two months.

However we have found that he is only potty trained at home. When I take
him to the office for an extended amount of time he does not abide by the
same rules he was taught at home. He does go out if he is taken for a walk,
but he is unable to hold it in the office. We thought that he would
eventually stat following potty rules that he learned at home, however today
was the last straw on that hope.

I believe a re-training is in order for a new location. We'll keep you
posted on the progress.

Thursday, November 1, 2007

Ciência

Um terço do total das espécies de peixes da Europa está sob ameaça de extinção, apontou um estudo publicado no livro Handbook of European Freshwater Fishes (Guia dos Peixes de Água Doce da Europa). O trabalho, realizado em parceria com a organização ambiental internacional World Conservation Union (IUCN) indica que 200 das 522 espécies de peixes de água doce do continente (38%) podem desaparecer, e afirma que 12 já estão extintas. De acordo com uma "lista vermelha" elaborada pela Conservation Union, os peixes europeus estão muito mais ameaçados do que outras espécies, como aves e mamíferos. A pesquisa aponta que o desenvolvimento econômico e o crescimento da população européia nos últimos 100 anos são as principais ameaças às espécies.

Gobio delyamurei

Ladigesocypris ghigii





Aquecimento global
As secas de lagos e rios, que têm sido freqüentes durante os meses de verão por causa do aquecimento global, já levaram à extinção de algumas espécies migratórias, aponta o estudo. "Com 200 espécies ameaçadas de extinção, precisamos agir agora para evitar uma tragédia", afirmou William Darwall, do Programa de Espécies do World Conservation Union. "Estas espécies são parte importante da nossa herança e importantes para o equilíbrio do ecossistema, do qual dependemos", acrescentou Darwall. "Muitas destas espécies podem ser salvas por meio de medidas relativamente simples."


Anaecypris hispanica

Anguilla anguilla






Além de informações sobre peixes de água doce, o guia apresenta também dados sobre 24 espécies marinhas que são encontradas em água doce. Entre as espécies mais ameaçadas estão a Enguia européia (espécie Anguilla anguilla) e o Góbio (Gobio delyamurei).




Coregonus bavaricus - Criticamente ameaçado


Coregonus oxyrinchus - Extinto

A espécie de peixe Coregonus oxyrunchus não é mais observada no continente desde 1940 e acredita-se que já está extinta. O peixe era comum na bacia sul do Mar do Norte, mas desapareceu. Não se sabe a causa exata da extinção, mas biólogos acreditam que poluição e destruição do habitat foram alguns dos fatores.

Fotos:
Jörg Freyhof

Sunday, October 28, 2007

Dragões Marinhos

Os Dragões-marinhos são encontrado somente em águas sul-australianas. Estes peixes espetaculares pertencem à família Syngnathidae, a mesma do Cavalo-marinho.
As duas espécies de dragão-marinho, o dragão-marinho (Phycodurus eques) e o dragão-marinho comum (Phyllopteryx taeniolatus), possuem muitos apêndices em forma de folhas em suas cabeças e corpos. A semelhança dos dragões-marinhos com os cavalos-marinhos é superficial, porque as duas espécies de dragões-marinhos, são mais próximos relacionadas aos peixes-cachimbo (Gomon et al. 1994).

Dragão-marinho comum (Phyllopteryx taeniolatus)

Phyllopteryx taeniolatus
Possuem aproximadamente 46 cm de comprimento. Os adultos são geralmente avermelhados com pontos amarelos e barras roxo-azuladas pelo corpo. Os apêndices em forma de folha, ocorrem aos pares ao longo do corpo. Também possuem alguns espinhos curtos ao longo do corpo.

Phyllopteryx taeniolatus
A diferença sexual é bem visível, os machos possuem os corpo mais esbelto com cores mais escuras que a fêmea. São encontrados na Austrália ocidental ao longo da costa sul australiana, incluindo a Tasmânia.

Hábitat natural de Phyllopteryx taeniolatus
Dragão-marinho (Phycodurus eques)

Phycodurus eques
São ligeiramente menores, possuem cerca de 43cm, porém a maioria alcançam uma média de 30cm. Seus apêndices em forma de folha são mais numerosos e ramificados . Os adultos são amarelo-marrom esverdeados, com as faixas escuras, finas e pálidas.


Phycodurus eques
Assim como os cavalos-marinhos, os dragões-marinhos também podem mudar de cor dependendo da idade, da dieta, da posição ou mesmo do seu nível do stress. Ao contrário do dragão-marinho comum, seus olhos são posicionados ligeiramente acima do túbulo bucal. Possuem diversos espinhos afiados longos em todos os lados do corpo. Os mesmos são usados para defesa contra o ataque de peixes. Recentes pesquisas mostram que o dragão-marinho (Phycodurus eques) possue um sistema de navegação altamente sofisticado, mergulhando a centenas de metros e voltando sempre ao mesmo local que normalmente vive (Connolly 1998).
São encontrados na Austrália ocidental ao longo da costa sul australiana, nas regiões próximas a Wilsons e Victoria.

Hábitat natural de Phycodurus eques
O balanço das Algas marinhas

Phycodurus eques
Os dragões-marinhos assemelham-se ao movimento das algas marinha, o que os torna difíceis de encontrar em seus habitats naturais. Com seus movimentos lentos e sua capacidade incrível de se camuflar em meio as algas, conseguem garantir sua sobrevivência. Suas cores brilhantes são reveladas na luz do sol que penetra na água.

Algas marinhas

Ambas as espécies de dragões-marinhos habitam os recifes de corais e as estruturas colonizadas pelas algas marinhas. No ambiente selvagem vivem individualmente ou em pares, sendo vistos mais freqüentemente em águas litorâneas rasas. Alimentam sugando com suas pequenas boca; plankton, peixes e pequenas larvas de crustáceos em geral.

Reprodução

No período reprodutivo, os machos e fêmeas emparelham-se. A fêmea desenvolve cerca de 300 ovos alaranjados em sua cavidade abdominal mais baixa. A metade final da cauda do macho começa a formar pequenos "copos de ovos" na cauda, os quais armazenarão os ovos que a fêmea irá transferir para o macho e conseqüentemente serão fertilizados.
O macho carrega os ovos por um período de incubação de aproximadamente 4 semanas. Ao nascerem, os dragões-marinhos medem aproximadamente 20mm e possuem um colorido diferente dos adultos. Os jovens são predados por peixes, crustáceos e anêmonas do mar; vivendo em lugares diferentes dos adultos.


Reprodução de Phycodurus eques
Possuem crescimento rápido, alcançando 20cm após um ano e tornando-se sexualmente maduros após aproximadamente dois anos.
Em ambiente natural não é conhecida sua média de vida, e em cativeiro vivem aproximadamente de 5 a 7 anos.


Phycodurus eques

Referências Bibliográficas



Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
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Copyright 2007 ©




Thursday, October 25, 2007

Ciência

Peixes também sofrem de Insônia.



Brachydanio rerio
Os peixes podem não ter pálpebras, mas eles dormem, e, em alguns casos, sofrem de insonia, afirma uma nova pesquisa publicada na revista científica "PLoS Biology". Cientistas da Califórnia que estudam distúrbios do sono em humanos descobriram que alguns peixes conhecidos como Danio-Zebra ou paulistinha, peixes ornamentais comuns em aquários caseiros, têm um gene mutante que interrompe o sono, disfunção similar à insônia humana. Na pesquisa, paulistinhas com o gene mutante dormiram 30% menos do que os peixes sem a mutação. Quando finalmente conseguiram pegar no sono, dormiram a metade do que os peixes normais, informaram os cientistas da Escola de Medicina da Universidade Stanford. Esses peixes não possuem o receptor da hipocretina, substância que é produzida nos neurônios dos peixes normais, mais especificamente na região do cérebro que controla a fome, o sexo e outros comportamentos básicos. Para Emmanuel Mignot, líder da equipe de pesquisa, a descoberta pode ajudar a entender como o sono surgiu ao longo da evolução.
- Muita gente se pergunta por que dormimos, e qual a função do sono - disse ele. - Acho que é mais importante entender primeiro como o cérebro produz e regula o sono. Isso provavelmente vai nos dar pistas importantes sobre como e talvez por que o sono apareceu na evolução e é tão universal.


Brachydanio rerio
Fonte: O Globo