A man goes into a pet shop to buy a parrot. The shop owner points to three identical looking parrots on a perch and says: "The parrot on the left costs $500 dollars". "Why does the parrot cost so much?" asks the man. The owner says, "Well the parrot knows how to use a computer".
The man then asks about the next parrot and is told that this one costs $1,000 dollars because it can do everything the first parrot can do plus it knows how to use the UNIX operating system.
Naturally, the increasingly startled man asks about the third parrot and is told that it costs $2,000 dollars. Needless to say this begs the question, "What can it do?". To which the owner replies, "To be honest I have never seen it do a thing but the other two call him boss!".
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Wednesday, October 8, 2008
Tuesday, October 7, 2008
Poop Claw

One of the things I enjoy about being a blog writer is coming across interesting concepts and products. One that I saw recently in a magazine is the Poop Claw.
According to the ad, it eliminates unwanted handling of your pet's droppings, and uses standard plastic grocery bags. Just put the bag over the claw, and scoop the poop....No More Warm Touchy Feeling!
Would you consider using one? For me, walking 2 dogs is tough enough. I don't have enough hands to carry the claw...I guess I'll just have to keep getting that warm touchy feeling.
Monday, October 6, 2008
Filogenia dos ciclídeos da subfamília Etroplinae
Duas novas espécies do gênero Paretroplus são descritas da bacia do rio Sófia. na Ilha de Madagascar Descrita pelo ictiólogo do Museu de História Natural dos Estados Unidos, John Sparks, as espécies foram nomeadas de Paretroplus gymnopreopercularis e Paretroplus lamenabe, sendo endêmicas da Ilha de Madagascar. As descrições fazem parte de um estudo maior nos relacionamentos filogenéticos da subfamília de ciclídeos Etroplinae (a qual pertencem o gênero indiano Etroplus e o gênero malgaxe Paretroplus) e da revisão taxonômica de Paretroplus.
Paretroplus gymnopreopercularis é distinto de seus congêneres, exceto em Paretroplus kieneri pela presença de um padrão manchado nas cores dourado-marrom e laranja-marrom, ausência de barras verticais, padrão horizontal de tiras nos flancos e a presença de um focinho que se estende dos lábios a face.
Paretroplus gymnopreopercularis difere de Paretroplus kieneri, pela presença de um pré-opérculo sem escamas, uma pré-dorsal convexa e sem corte, a segunda placa lacrimal é excluída da margem da órbita devido ao contato da primeira placa lacrimal e do terceiro osso infraorbital em série. Seu nome é um termo que vem do Latim, onde gymno significa despido e preopercularis significa pré-operculo, em referência ao opérculo sem escamas da espécie.
Sua localidade tipo é a província de Mahajanga, na região nordeste de Madagascar, da bacia do rio Amboaboa, vivendo em águas rápidas com fundos de areia e rochosos.
Sua conservação embora não avaliada pela IUCN, parece ser vulnerável à pressão da pesca e a degradação contínua do habitat.
Paretroplus lamenabe é distinto de seus congêneres, exceto em Paretroplus nourissati e Paretroplus tsimoly, pela presença de duas faixas grandes marron escura a negras aba, representando a segunda ou terceira, ou terceira e quarta barras em série.
Paretroplus lamenabe é distinto de Paretroplus nourissati e Paretroplus tsimoly, por possuir um corpo mais alto 47% a 54.3% contra 38.1% a 43.5% em Paretroplus nourissati e 41.1% a 46.8% em Paretroplus tsimoly e pela presença de nadadeiras pélvicas que se estendem além da origem da nadadeira caudal nos adultos.
Seu nome vem da lingua malgaxe, onde lamena significa vermelho e be significa grande, em referência a sua coloração em vida e o tamanho dos membros deste clado. Sua localidade tipo é a província de Majunga, na região noroeste de Madagascar, da bacia do rio Mahajamba, vivendo em águas rápidas com fundos rochosos.
Sua conservação não é avaliada pela IUCN.
Para mais informação: Sparks, J.S. Phylogeny of the cichlid subfamily Etroplinae and taxonomic revision of the Malagasy cichlid genus Paretroplus (Teleostei: Cichlidae). Bulletin of the American Museum of Natural History 314, pp. 1–151, 2008.
Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
© Copyright 2008 ©
© Copyright 2008 ©
Sunday, October 5, 2008
Pet Driver's License

So maybe your cat isn't the best driver in the world....that's ok! This is a driver's license that you don't need a test to get!
Pet Driver's License ® products feature your pet on the state license of their choice. Issued for fun, the Pet Driver's License® is also a way to keep your pet's photo and information close at hand or on the pet if they stray from home.
Products are printed in full color, directly on PVC plastic. The product is not laminated and uses a hi-tech dye-sublimation printing process which makes it durable and long-lasting.
Every Pet Driver's License ® product has the Pet Project seal of authenticity. Visit www.petdriverslicense.com
Thursday, October 2, 2008
Disk Contest Winners
Congrats to the TEN winners of the SanDisk Memory Card. Thanks again to SanDisk for providing so many prizes. I'll email all the winners to get your contact info and then the prize will be mailed by SanDisk.
You can still enter SanDisk's HUGE Contest and giveaway.
Here are my winners:
http://raisingisaac.blogspot.com/
Sena
http://hermashaw.blogspot.com/
http://soundslikejelly.blogspot.com/
http://pegsplay.blogspot.com/
http://mommyhoodisthankless.blogspot.com/
Amanda Sue
http://www.jhsiess.com/
Windy City
http://www.hamdensports.blogspot.com
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Amanda Sue
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Windy City
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Wednesday, October 1, 2008
Pet Food Prices Continue to Rise
As oil prices go up, and the dollar goes down, inflation across consumer goods sold continues to cause the prices to rise. Many companies are seeing profit margins erode, forcing them to raise prices in order to survive.
The pet food industry has felt the pain. The price of raw ingredients has gone through the roof over the last several years. Corn, which is up 35% recently, is the main principle protein source for several quality pet foods, and is also the feed used for chickens, the number-one ingredient for many high-end foods.
Premium pet foods, which were once $40 a bag, are now hovering at $50 a bag and up. Unfortunately for now, there is no end in sight.
The pet food industry has felt the pain. The price of raw ingredients has gone through the roof over the last several years. Corn, which is up 35% recently, is the main principle protein source for several quality pet foods, and is also the feed used for chickens, the number-one ingredient for many high-end foods.
Premium pet foods, which were once $40 a bag, are now hovering at $50 a bag and up. Unfortunately for now, there is no end in sight.
Ciência
Novas terras submarinas
Pesquisadores que estudam os recifes de corais do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, a mais antiga reserva natural dos mares brasileiros, acreditavam conhecer bem a área, até que em 2000 pescadores locais avisaram que havia recifes profundos fora dos mapas. Foram ver e encontraram novas terras submarinas: a área de recifes conhecida em Abrolhos dobrou e vem permitindo conhecer como aquele trecho do litoral se formou ao longo dos últimos milênios. “Essa descoberta casual gerou um projeto ambicioso”, conta o biólogo Rodrigo Moura, coordenador do programa Marine Management Area Science da Conservação Internacional (CI) do Brasil. Formado por cinco ilhotas de origem vulcânica a 70 quilômetros da costa no sul da Bahia, o parque abriga mais do que as baleias-jubarte, que atraem turistas entre julho e novembro. Ali estão os chapeirões, estruturas em forma de cogumelo cujos topos às vezes se unem e formam colunatas por onde circulam barracudas, garoupas, moréias e pequenos peixes coloridos. Das 16 espécies de coral de Abrolhos, metade é exclusiva do Brasil, como o coral-cérebro (Mussismilia braziliensis), principal construtor de recifes na região.
O banco dos Abrolhos, maior conjunto de recifes do Atlântico Sul, é maior que os 900 quilômetros quadrados preservados. No total são 40 mil quilômetros quadrados, área semelhante à do Espírito Santo, que só agora começa a ser investigada a fundo. O grupo de Moura explorou o fundo do mar ao longo de 100 quilômetros da costa – entre a foz do rio Jequitinhonha, sul da Bahia, e a do rio Doce, norte do Espírito Santo –, em 19 linhas que partiam do litoral mar adentro, até a queda da plataforma continental, onde a profundidade aumenta subitamente. “Percorrer cada uma dessas linhas demorava dois dias”, lembra o geólogo Alex Bastos, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), que participou de algumas expedições no barco equipado com um sonar que produzia imagens tridimensionais do fundo do oceano. O geólogo da Ufes se surpreendeu por encontrar, a profundidades de até 50 metros, paleocanais formados há cerca de 15 mil anos, quando o que hoje é coberto por mar era terra. “Esses canais indicam por onde os rios passavam naquela época”, explica. Como estão preservados, sugerem que o nível do mar subiu rapidamente na região.
O grupo selecionou pontos de destaque nas imagens do sonar e retornou com um robô capaz de filmar locais a que um mergulhador teria dificuldade de descer. As imagens do robô mostraram corais-negros, típicos de águas profundas, pela primeira vez registrados na região, e algas calcáreas, com um esqueleto de carbonato de cálcio que lembra seixo. Em setembro os pesquisadores pretendem usar o robô para investigar outras áreas dos recifes e mergulhar a 90 metros, a fim de verificar se há corais por ali. Paulo Sumida, oceanógrafo da Universidade de São Paulo (USP) que coordena a análise dos dados biológicos, deve instalar nos recifes câmeras que automaticamente registram uma imagem por hora, a fim de estudar a dinâmica da vida marinha ali. Embora o levantamento ecológico esteja no início, Rodrigo Moura e o biólogo Ronaldo Francini-Filho, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), já constataram que os recifes profundos abrigam uma biomassa de peixes com valor comercial 30 vezes maior do que os rasos. Em artigo a ser publicado na Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Ecosystems, eles compararam a população de peixes de recifes profundos e rasos – alguns protegidos e outros com acesso livre para pescadores. Viram que áreas com restrição à pesca são mais ricas em peixes carnívoros de grande porte, como a garoupa, em geral os primeiros a desaparecer das áreas de pesca, que demoram até 40 anos para chegar à idade adulta. Com o escasseamento dos grandes carnívoros , os pescadores passam a capturar os herbívoros, como os budiões. O problema é que, sem budiões, as algas cobrem os recifes e os corais morrem. Hoje menos de 1% da área de Abrolhos está protegida. E não há planos de preservação dos recifes profundos. Segundo Francini-Filho, seria preciso preservar 20% de cada zona para manter a biodiversidade. As reservas marinhas beneficiam todos. Como os limites só valem para as pessoas, a população de peixes aumenta rapidamente e muitos migram até 1.200 metros fora das reservas, de acordo com publicado on-line na Fisheries Research. Mesmo em áreas protegidas, parte dos corais de Abrolhos se encontra ameaçada. Francini-Filho constatou que uma bactéria – provavelmente do gênero Vibrio, que chegou a Abrolhos em 2005 – está matando sobretudo o coral-cérebro.
Os pesquisadores estimam que, se nada for feito, em cem anos só restarão 40% dos corais dessa espécie em Abrolhos. É uma estimativa otimista. Se a temperatura da água subir 1° Celsius por causa do aquecimento global, bastarão de 50 a 70 anos para extinguir os corais de Abrolhos. Com mais calor as bactérias proliferam mais depressa e surgem outros problemas como o branqueamento, decorrente da morte de microalgas que vivem no interior dos corais. Conter o aquecimento global requer ação de todos os países, mas é possível reduzir o nível de bactérias com a coleta e o tratamento do esgoto das cidades costeiras.
Fonte: Agência FAPESP
O banco dos Abrolhos, maior conjunto de recifes do Atlântico Sul, é maior que os 900 quilômetros quadrados preservados. No total são 40 mil quilômetros quadrados, área semelhante à do Espírito Santo, que só agora começa a ser investigada a fundo. O grupo de Moura explorou o fundo do mar ao longo de 100 quilômetros da costa – entre a foz do rio Jequitinhonha, sul da Bahia, e a do rio Doce, norte do Espírito Santo –, em 19 linhas que partiam do litoral mar adentro, até a queda da plataforma continental, onde a profundidade aumenta subitamente. “Percorrer cada uma dessas linhas demorava dois dias”, lembra o geólogo Alex Bastos, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), que participou de algumas expedições no barco equipado com um sonar que produzia imagens tridimensionais do fundo do oceano. O geólogo da Ufes se surpreendeu por encontrar, a profundidades de até 50 metros, paleocanais formados há cerca de 15 mil anos, quando o que hoje é coberto por mar era terra. “Esses canais indicam por onde os rios passavam naquela época”, explica. Como estão preservados, sugerem que o nível do mar subiu rapidamente na região.
O grupo selecionou pontos de destaque nas imagens do sonar e retornou com um robô capaz de filmar locais a que um mergulhador teria dificuldade de descer. As imagens do robô mostraram corais-negros, típicos de águas profundas, pela primeira vez registrados na região, e algas calcáreas, com um esqueleto de carbonato de cálcio que lembra seixo. Em setembro os pesquisadores pretendem usar o robô para investigar outras áreas dos recifes e mergulhar a 90 metros, a fim de verificar se há corais por ali. Paulo Sumida, oceanógrafo da Universidade de São Paulo (USP) que coordena a análise dos dados biológicos, deve instalar nos recifes câmeras que automaticamente registram uma imagem por hora, a fim de estudar a dinâmica da vida marinha ali. Embora o levantamento ecológico esteja no início, Rodrigo Moura e o biólogo Ronaldo Francini-Filho, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), já constataram que os recifes profundos abrigam uma biomassa de peixes com valor comercial 30 vezes maior do que os rasos. Em artigo a ser publicado na Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Ecosystems, eles compararam a população de peixes de recifes profundos e rasos – alguns protegidos e outros com acesso livre para pescadores. Viram que áreas com restrição à pesca são mais ricas em peixes carnívoros de grande porte, como a garoupa, em geral os primeiros a desaparecer das áreas de pesca, que demoram até 40 anos para chegar à idade adulta. Com o escasseamento dos grandes carnívoros , os pescadores passam a capturar os herbívoros, como os budiões. O problema é que, sem budiões, as algas cobrem os recifes e os corais morrem. Hoje menos de 1% da área de Abrolhos está protegida. E não há planos de preservação dos recifes profundos. Segundo Francini-Filho, seria preciso preservar 20% de cada zona para manter a biodiversidade. As reservas marinhas beneficiam todos. Como os limites só valem para as pessoas, a população de peixes aumenta rapidamente e muitos migram até 1.200 metros fora das reservas, de acordo com publicado on-line na Fisheries Research. Mesmo em áreas protegidas, parte dos corais de Abrolhos se encontra ameaçada. Francini-Filho constatou que uma bactéria – provavelmente do gênero Vibrio, que chegou a Abrolhos em 2005 – está matando sobretudo o coral-cérebro.
Os pesquisadores estimam que, se nada for feito, em cem anos só restarão 40% dos corais dessa espécie em Abrolhos. É uma estimativa otimista. Se a temperatura da água subir 1° Celsius por causa do aquecimento global, bastarão de 50 a 70 anos para extinguir os corais de Abrolhos. Com mais calor as bactérias proliferam mais depressa e surgem outros problemas como o branqueamento, decorrente da morte de microalgas que vivem no interior dos corais. Conter o aquecimento global requer ação de todos os países, mas é possível reduzir o nível de bactérias com a coleta e o tratamento do esgoto das cidades costeiras.
Fonte: Agência FAPESP
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