We've all seen the warnings on plastic bags that they could be a choking/suffocation hazard, especially to small children. This warning applies to pets as well. Even bags we wouldn't think of as problems, such as a potato chip bag or a grocery bag, can get stuck over your pet's head and cause problems, even death.
Be sure to keep the bags away from your pets. Since pets tend to get into the garbage, it's a good idea to open bags at both ends before discarding. It's also best not to encourage your pets to play with or inside of plastic bags...if they must play in a tight spaces, paper bags are better (though still keep an eye on them), or even a box without a cover.
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Monday, January 12, 2009
Sunday, January 11, 2009
Viajando com seu cão de avião!

Viajando com seu animal para o Exterior e de Avião.
Viajar com seu animal de estimação, não é tão difícil assim. Veja, a seguir, quais são os procedimentos: CÃES E GATOS EMBARQUE INTERNACIONAL: Para viajar para o Exterior é necessário um CZI (Certificado Zoosanitário Internacional) emitido pelo Ministério da Agricultura, gratuitamente, nos aeroportos internacionais. Para obtê-lo voce deve seguir os seguintes procedimentos:
Agendar, por telefone ou pessoalmente, uma consulta com o médico veterinário do Ministério da Agricultura localizado nos Aeroportos Internacionais.
Procurar o seu Veterinário e solicitar um "Certificado Sanitário" ou seja, um atestado de saúde. Com as seguintes informações:
raça;
nome;
origem do animal (informações do Pedigree se houver);
estado geral;
nome do proprietário (qualificação completa).
carteira de vacinação atualizada, (a vacina anti-rábica é obrigatória para animais com mais de 120 dias e deve ter sido aplicada há mais de 20 dias e há menos de um ano), assinado pelo médico veterinário. (Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório, o tipo e o número da partida.)
IMPORTANTE: O CERTIFICADO SANITÁRIO E VÁLIDO POR 3 (TRÊS) DIAS DA DATA DE EMISSÃO. Com estes documentos e com o animal que será embarcado, você deve comparecer ao posto do Ministério da Agricultura que você agendou previamente, para que ele seja examinado pelo veterinário, daquele departamento, que irá emitir o CZI. Com o CZI em mãos seu animal esta apto a viajar. IMPORTANTE: O CZI É VÁLIDO POR 8 DIAS DE SUA EMISSÃO PARA O EMBARQUE, PERDENDO A VÁLIDADE APÓS ESTE PRAZO.
ATENÇÃO: Veja Nomas e Procedimentos para comunidade Européia excepto Reino Unido
Normas e procedimentos necessários para emissão de documentação de embarque para pequenos animais com destino a países da Comunidade Européia excepto Reino Unido* ”Regulamento (CE) 998/2203 do Parlamento Europeu e do Conselho de 26 de maio de 2003, faz-se necessárias as seguintes exigências para o envio de animais para a Comunidade Européia: 1) Microchip padrão internacional - I.S.O. 11784 / 11785; 2) Teste sorológico para Raiva em Laboratório credenciado pela Comunidade Européia; 3) Cumprimento de quarentena residencial por período de 90 dias após realização do teste sorológico (contados a partir da data emitida no laudo), para emissão da documentação de permissão de embarque e desembarque. Condições para realização do teste sorológico para raiva: 1) Animal deve estar vacinado, em período superior a 30 dias e inferior a 11 meses da data de vacinação; 2) Jejum alimentar de 6 a 8 horas; 3) Apresentar cópia da carteira de vacinação com dados do veterinário e das vacinas utilizadas em condições legíveis; 4) No dia agendado para a realização do teste trazer a carteira de vacinação original. Dados necessários a serem apresentados para realização do exame: 1) Do proprietário: ·Nome completo ·Endereço no Brasil e/ou exterior - para possível reemissão de 2a via do laudo ·Telefones para contato 2) Do animal: ·Nome ·Espécie (canino/felino) ·Raça ·Data de Nascimento ·Cor da pelagem 3) Da vacina utilizada: ·Nome ·Fabricante ·Data de aplicação no animal ·Número do lote (Ex: 003/04) ·Data de fabricação ·Data de validade De posse do laudo e após a quarentena de 90 dias, o proprietário/responsável pelo(s) animal(s), poderá solicitar o CZI conforme acima.
OFÍCIO CIRCULAR Nº 2004/DDA Brasília, DF, 22 de dezembro de 2004. PROCEDIMENTO PARA O ENVIO DE ANIMAIS AO REINO UNIDO
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DEPARTAMENTO DE DEFESA ANIMAL FONE: +55 (61) 218 2701 / 2726 / 2729 – FAX: +55 (61) 226 3446 OFÍCIO CIRCULAR Nº 2004/DDA Brasília, DF, 22 de dezembro de 2004.
Aos Senhores Delegados Federais de Agricultura nos Estados e no Distrito Federal
Assunto: Procedimentos para o envio de animais de companhia para o Reino Unido
Senhor Delegado,
Informamos que os procedimentos para o envio de animais de companhia para o Reino Unido não são aqueles que constam no Regulamento (CE) 998/2203 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de maio de 2003.
Conforme orientações da Embaixada do Reino Unido em Brasília, fomos informados de que os animais a serem exportados, deverão permanecer quarentenados por um período de 06 meses, em um estabelecimento quarentenário aprovado pelo DEFRA (Department of Environment Food and Rural Affairs), no Reino Unido, onde serão submetidos a exames clínicos e laboratoriais. É necessário que o interessado pela exportação faça uma reserva prévia em um desses quarentenários aprovados.
Os documentos necessários para a exportação serão emitidos pelo DEFRA, após a solicitação pelo exportador ao DEFRA, da Licença de Importação (Import Licence) . O exportador receberá então um documento chamado Boarding Document (já preenchido e assinado por um Representante do DEFRA) e o Red Label (que deverá estar anexado à jaula/caixa que o animal será transportado). Sendo assim não será necessária nenhuma documentação emitida por parte do MAPA, sendo necessária apenas a fiscalização pelo VIGIAGRO da comprovação da documentação descrita acima.
As listas de estabelecimentos quarentenários aprovados pelo DEFRA encontram-se no site http://www.defra.gov.uk/animalh/quarantine/index.htm, bem como informações mais detalhadas sobre os procedimentos para exportação dos animais de companhia para o Reino Unido.
Somente alguns portos e aeroportos do Reino Unido encontram-se credenciados para receber estes animais. Os portos são: Dover Eastern Docks, Harwich, Parkeston Quay, Hull, Portsmouth e Southampton. Os aeroportos são: Birmingham, Leeds, Edinburgh, Manchester, London Gatwick,
Prestwick, Glasgow, Belfast e London Heathrow.
Atenciosamente,
JORGE CAETANO JÚNIOR
Diretor do DDA
C/c:
Secretaria de Defesa Agropecuária
Oscar de Aguiar Rosa Filho
Coordenador do VIGIAGRO
Chefes de SSA das Delegacias Federais de Agricultura nos Estados e no Distrito Federal
ATENÇÃO - Para animais com destino ao Japão.
Para animais com destino ao Japão, entrar em contato diretamente com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (responsável Dra.Regina Shizuko Uno), através dos fones: (11) 3251-5742, (11) 3251-0400, (11) 3287-8988, para maiores informações.
É importante salientar que para a obtenção das informações corretas e específicas de cada País deve-se sempre consultar a Embaixada ou Consulado do Pais para onde você vai levar o seu animal.
CONDIÇÕES DE TRANSPORTE: É importante salientar que a forma de transporte deve ser consultada na Cia aérea, marítima ou rodoviária escolhida, pois há variação de como transportar seu animal.
DESEMBARQUE INTERNACIONAL:
O animal que irá desembarcar no Brasil deverá portar o CZI emitido por médico veterinário oficial do Ministério da Agricultura do país de origem.
Portar comprovante de vacinação anti-rábica (deve ter sido aplicada há mais de 20 dias e menos de um ano).
Estes documentos exigidos para trânsito internacional deverão ser apresentados junto com o animal aos médicos veterinários do Ministério da Agricultura na área da Alfândega para vistoria e posterior emissão de termo de liberação.
Na falta de qualquer um dos documentos exigidos para o trânsito internacional o animal será devolvido à origem sob a responsabilidade da companhia aérea transportadora.
EMBARQUE E DESEMBARQUE DOMÉSTICO:
Para transportar seu animal de um estado ao outro é necessário o GTA - Guia de Trânsito Animal.
Este documento pode ser emitido tanto pelo Ministério da Agricultura (gratuitamente) ou por médicos veterinários particulares, credenciados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. *Consultar a listagem dos veterinários credenciados no Setor Ministério da Agricultura Serviço de Sanidade Animal.
Para a emissão do GTA é necessário:
Exame do animal pelo médico veterinário credenciado que emitirá o documento;
Apresentação do comprovante de vacinação anti-rábica (deve ter sido aplicada há mais de 20 dias e menos de um ano), assinado por médico veterinário. Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e o número da partida.
IMPORTANTE: Validade do GTA: 03 (três) dias para todo o território nacional.
OBSERVAÇÃO: Para animais da Fauna Brasileira deve ser seguido o mesmo procedimento porém, acrescido de um parecer (autorização) do IBAMA - http://www.ibama.gov.br/. Com este documento em mãos deve-se tomar as mesmas providências para embarque de cães e gatos.
Para animais de grande porte entre em contato com o Ministério da Agricultura pois, o procedimento é mais complexo. LOCAIS QUE SE ENCONTRAM OS DEPARTAMENTOS INDICADOS PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO ZOOSANITÁRIO INTERNACIONAL E NACIONAL
São Paulo: Ministério da Agricultura - Serviço de Sanidade Animal Rua 13 de Maio, 1558 - 3o. andar Tels.: (011) 251-0400 / 251-5742 Fax.: (011) 284-6944 Atendimento: das 14 às 17 horas. Aeroporto de Guarulhos - Setor Ministério da Agricultura Serviço de Sanidade Animal Telefax: (011) 6445-2800 Atendimento: Diariamente das 08 às 12 horas e das 14 às 18 horas. Inclusive sábados, domingos e feriados. Campinas: Aeroporto Internacional de Viracopos Setor Ministério da Agricultura Serviço de Sanidade Animal Telefax: Tel. (0XX19) 725.5402 Atendimento: das 08 às 17 horas de 2a. a 6a. feira. É importante agendar co antecedência. Rio de Janeiro: Vigiagro Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro TPS 1 Setor Verde - Sala 1019 - 1o. andar Desembarque doméstico Tel: (021) 398-3169 / 398-3773 Fax: (021) 393-8099 Atendimento: das 08 às 17 horas de 2a. a 6a. feira.
IBAMA - Maiores informações - Departamento de Vida Selvagem- DEVIS, da Diretoria de Ecossistemas- DIREC/IBAMA, SAIN - L4 Norte - Ed. Sede do IBAMA - Cep.70.800-200 - Brasília - DF.
Dr. Celestino Maria De Cicco Neto Diretor Jurídido e Comercial da Saúde Animal Dúvidas: email: mailto:decicco@decicco.com.br
Saturday, January 10, 2009
Hematologia de peixes Teleósteos
Fatores que Interferem na Hematopoiese.
A água com pH alcalino induz a redução do número de eritrócitos e de neutrófilos maduros no rim e no baço, enquanto os hemoblastos linfóides e os reticolócitos aumentam com o grau de acidez e com o tempo de exposição.

Origem e desenvolvimento das células sanguíneas nos peixes teleósteos.
Downey (1909) – estudando o tecido renal de Polyodon spathula, observou pequenos e grandes linfócitos assim como monócitos e concluiu que os linfócitos se desenvolveriam formando os pequenos monócitos.
Tanto em peixes marinhos quanto dulcícolas, possuem a função de defesa do organismo,através da atividade fagocítica, podendo ser hemostática e homeostática. Também possuem a função semelhante as plaquetas dos mamíferos, reduzindo a predisposição a infecções.
TAVARES-DIAS, M.; MORAES, F. R. Hematologia de peixes teleósteos, 144 pag., 2004
A água com pH alcalino induz a redução do número de eritrócitos e de neutrófilos maduros no rim e no baço, enquanto os hemoblastos linfóides e os reticolócitos aumentam com o grau de acidez e com o tempo de exposição.

Origem e desenvolvimento das células sanguíneas nos peixes teleósteos.
Downey (1909) – estudando o tecido renal de Polyodon spathula, observou pequenos e grandes linfócitos assim como monócitos e concluiu que os linfócitos se desenvolveriam formando os pequenos monócitos.
Jordan & Speidle (1924) – propuseram a idéia de que o linfócito seria a célula fonte pluripotente para todos os tipos de células sanguíneas, denominada teoria monofilética.
Duthie (1939) – propôs que uma célula pluripotente denominada grande hemoblasto linfóide originaria os granulócitos por transformação direta. Após divisão mitótica formaria os pequenos hemoblastos linfóides, os quais originariam os eritrócitos, trombócitos e linfócitos.
Catton (1951) – Considerou que o grande hemoblasto linfóide, derivado da transformação de células reticulares, seria o precursor dos granulócitos enquanto os pequenos linfóides originados de células endoteliais seriam os precursores dos eritrócitos, linfócitos e trombócitos.
Características hematológicas de peixes teleósteos.
O tamanho e o número dos eritrócitos refletem a posição na escala evolutiva. Os maiores eritrócitos, e o seu menor número, são observados em vertebrados primitivos na escala zoológica (Wintrobe 1934). Os agnatas possuem eritrócitos de maior tamanho quando comparados aos cartilaginosos e osteíctes e isso pode ser considerado característica primitiva entre os vertebrados aquáticos.
Tandon & Joshi (1976) – Estudando os eritrócitos de 33 espécies de teleósteos de 23 gêneros, pertencentes a 13 famílias dos dulciaqüícolas concluíram que as espécies de menor porte, geralmente, possuem menor quantidade de eritrócitos que as maiores. No entanto, as espécies menores tem hábitos relativamente ativos, indo de um local a outro e de alto a baixo, sendo sua demanda de oxigênio compatível com sua quantidade de eritrócitos. Peixes adaptados a baixos níveis de oxigênio exibem elevados valores de hematócrito, concentração de hemoglobina e número de eritrócitos, provavelmente para carrear mais eficientemente o pouco gás disponível.
Leucócitos
São as células brancas do sangue responsáveis pela defesa do organismo. Os mesmos podem variar de tamanho, podendo assemelhar-se a linfócitos ou pequenos monócitos. Quando imaturos recebem diferentes denominações: hemoblastos, células blásticas, hemoblastos linfóides e células imaturas.
Linfócitos, neutrófilos, monócitos, eosinófilos e basófilos são os leucócitos, usualmente observados na circulação dos peixes.. Não existe diferença na formação das células sanguíneas de peixes teleósteos dulcícolas e marinhos, e comparando os mesmos com aves e mamíferos, todos são iguais.
Linfócitos
São células predominantemente arredondadas, de tamanho variado, com o citoplasma basofílico e sem granulações visíveis. O núcleo possui forma arredondada, cromatina densa, sendo elevada a sua relação com o citoplasma. Os linfócitos, em geral, apresentam projeções citoplasmáticas, o que facilita diferencia-los dos trombócitos nas extensões sanguíneas. Entre os leucócitos, os linfócitos ocorrem em maior porcentagem na circulação dos peixes das famílias: Anostomidae, Pimelodidae, Erythrinidae, Ictaluridae, Characidae, Prochilodontidae, Cichilidae, Mugilidae e Cyprinidae.
Durante a contagem diferencial de leucócitos é comum a observação de linfócitos com tamanhos distintos, classificados em pequenos ou grandes. Os linfócitos pequenos possuem receptores de superfície para eritrócitos, sendo análogos aos linfócitos T dos mamíferos. Os linfócitos grandes são análogos aos linfócitos B dos mamíferos, apresentando imunoglobulinas de superfície e a capacidade de citoaderência ao organismo invasor. Já as células Natural Killer dos mamíferos, correspondem as células linfóides dos peixes.
Plasmócitos
Caracterizam-se por apresentarem grande quantidade de retículo endoplasmático e complexo de Golgi bem desenvolvido. Estão presentes tanto no sangue como nos tecidos hematopoiéticos. Curiosamente, sob microscopia comum, os plasmócitos são caracterizados por possuir núcleo esférico e citoplasma abundante.
São raramente observados na circulação de peixes, e sua existência é contestada por diversos autores
Neutrófilos
Nos peixes teleósteos os neutrofilos são arredondados,, e seu citoplasma possui granulações acidófilas muito finas. O núcleo apresenta forma de bastonete, com a cromatina nuclear pouco compactada e sem nucléolo visível.
Os neutrófilos possuem grande quantidade de peroxidase, uma enzima lisossômica presente em células fagocíticas e que promovem a oxidação de certos compostos pelo peróxido de hidrogênio no processo de fagocitose.Eles podem aderir às células endoteliais e transmigrar para o foco inflamatório atraídos por quimiotaxinas. Os imunoestimuladores e os adjuvantes aumentam a mobilização enzimática e a atividade fagocítica dos mesmos.
Monócitos
Seu citoplasma possui grande quantidade de mitocôndrias e vacúolos, algum retículo endoplasmático e complexo de Golgi; sendo considerados verdadeiras células em trânsito no sangue periférico. Realizam reação inflamatória e resposta imunológica nas quais ocorre a fagocitose, sendo de extrema importância nos mecanismos de defesa do hospedeiro. São descritos tanto para peixes teleósteos quanto cartilaginosos.
Além da atividade fagocitária, os monócitos possuem habilidade citotóxica não-específicas, apresentando um aumento da atividade fagocítica de antígenos bacterianos,sendo induzida pela liberação de fatores ativadores de macrófagos através da inoculação dos patógenos mortos ou de seus produtos.
Célula granulocítica especial
Geralmente grandes e muito semelhantes aos neutrófilos. O núcleo é pequeno, excêntrico,com a cromatina densa e não se observa a presença de nucléolo. O retículo endoplasmático granular é bem desenvolvido, apresentando cistemas longas e curtas. A quantidade de ribossomos livres é grande, enquanto a de mitocôndrias é pequena.
Também é conhecido como Leucócito Granular PAS- positivo, por ser precursora do basófilo e do mastócito. Sua função, assim como os demais leucócitos, não está bem esclarecida. Sugere-se que tal granulócito seja mais freqüente em peixes portadores de parasitoses.
Eosinófilos
Apresentam-se como células arredondadas e relativamente pequenas. O citoplasma é escasso e ocupado por grânulos de coloração alaranjada evidenciada por corante ácido-básico. O núcleo é geralmente excêntrico e ocupa grande parte da célula. Os eosinófilos muitas vezes estão ausentes no sangue periférico dos peixes mas quando aparecem apresentam freqüência relativa baixa.
* Em peixes as funções dos esosinófilos ainda estão por ser esclarecidas. Existem relatos que os mesmo possuem função microbicida e fagocitária de bactérias.
Basófilos
Apresentam células arredondadas, com núcleo excêntrico, pouca cromatina e nucléolo difícil de observar. Seu citoplasma é irregular, com grandes projeções citoplasmáticas e grande quantidade de mitocôndrias e ribossomos. Não ocorre no sangue circulante, é encontrado no rim cefálico e raras vezes no baço.
No sangue periférico, comportam-se como os mastócitos dos tecidos, apresentando grânulos ricos em histamina, que são receptores de alta afinidade para a porção Fc da IgE, liberados na anafilaxia. Ainda sua função não esta toda esclarecida, mas os mesmos apresentam resposta alérgica e imunológica.
Trombócitos
Comparando com as plaquetas dos mamíferos que são anucleadas, os trombócitos de peixes são células completas. Possuem células elípticas com núcleo fusiforme, e se diferenciam dos linfócitos graças a sua intensa vacuolização.
Tanto em peixes marinhos quanto dulcícolas, possuem a função de defesa do organismo,através da atividade fagocítica, podendo ser hemostática e homeostática. Também possuem a função semelhante as plaquetas dos mamíferos, reduzindo a predisposição a infecções.Referências Bibliográficas
Adaptado por Ricardo Britzke
© Copyright 2009 ©
© Copyright 2009 ©
*Passeio No Parque de Coqueiros*
Elas estão se saindo bem só a Vanilla que é meio brabinha mas a gente doma..rsss
Andaram bastante, se divertiram muito, mas a Megan tava numa boa até que começaram a jogar futebol...Nossa! ela não fazia mais nada, só queria sair correndo atraz da bola do pessoal que tava jogando futebol...ficava louca pra pegar, tivemos que ir embora pq ela perdeu a atenção dela por causa da bola.
Chegaram em casa, já demos um banho bem gostoso nas duas e elas capotaram...direto pra caminha! uma maravilha! rsss só acordaram no outro dia.
Com certeza iremos mais vezes no parque passear com elas.
Bom fim de semana para todos.
Beijos
Top 10 Cat Names
The top 10 cat names for 2008, as reported by the nations top pet insurance company, were:
1. Max
2. Chloe
3. Tigger
4. Tiger
5. Lucy
6. Smokey
7. Oliver
8. Bella
9. Shadow
10. Charlie
Looks like Max and Chloe were a popular name for both dogs and cats...with Max being the number one name in both categories....I feel bad for people who have that name :-)
1. Max
2. Chloe
3. Tigger
4. Tiger
5. Lucy
6. Smokey
7. Oliver
8. Bella
9. Shadow
10. Charlie
Looks like Max and Chloe were a popular name for both dogs and cats...with Max being the number one name in both categories....I feel bad for people who have that name :-)
Friday, January 9, 2009
Top 10 Dog Names
So much for Fido and Rover. Here were the top 10 pet names for 2008:
Top names
1. Max
2. Bailey
3. Bella
4. Molly
5. Lucy
6. Buddy
7. Maggie
8. Daisy
9. Sophie
10. Chloe
Top names
1. Max
2. Bailey
3. Bella
4. Molly
5. Lucy
6. Buddy
7. Maggie
8. Daisy
9. Sophie
10. Chloe
Wednesday, January 7, 2009
Man Dies Trying to Rescue Family Pet From Fire
WALKERSVILLE, Md. -- A man died overnight when he apparently tried to rescue a family pet from a house fire in Walkersville.
Michael Aquino, 50, apparently made it out of the house before returning to rescue a pet. His body was found in a second-floor hallway.
Aquino's wife, daughter and granddaughter are being treated for smoke inhalation.
------Although this story was a short blurb over the newswire, it does touch on how much family pets have become a major part of the family.
Michael Aquino, 50, apparently made it out of the house before returning to rescue a pet. His body was found in a second-floor hallway.
Aquino's wife, daughter and granddaughter are being treated for smoke inhalation.
------Although this story was a short blurb over the newswire, it does touch on how much family pets have become a major part of the family.
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