Sunday, October 7, 2007

Apistogramma bitaeniata

Semana Apistogramma no Nature Planet.


Nome científico: Apistogramma bitaeniata
Aquário mínimo:60l
Habitat original: América do Sul Região: Bacia do rio Amazonas, restrito a rios de água rica em húmus no Brasil e Peru (coletados em Nanay, Mazán e Tigre no Peru, perto de Leticia na Colômbia, e em Igarapé Preto e Lago Tefé no Brasil).
pH: min: 5,5 max :7,2
Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC
GH: min: 10 max: 20
Tamanho máximo: 9 cm machos e 6 cm fêmeas
Manutenção: Média
Agressividade: Mínima
Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.



Coloração:

Sua coloração é muito variável, possui a base cinzenta com uma grande gama de cores presentes ao longo do corpo; tons azulados, avermelhados, amarelados e esverdeados.
As nadadeiras são de cor azul pálida, e a base dos raios da nadadeira dorsal é amarela, dando forma a uma espécie da faixa amarela que cruza a base da nadadeira dorsal. Esta faixa varia de intensidade e tamanho, dependendo do local onde o peixe foi capturado. As nadadeiras maiores e a anal, tem pontos vermelhos. Foi possível verificar isso de acordo com a zona de coleta dos animais.

Reprodução:
A Fêmea realiza a postura dos ovos em alguma caverna. São as fêmeas que se encarregam de cuidar da prole, enquanto o pai vigia o território.
Não é um peixe que coloca grandes quantidades de ovos, o seu normal é cerca de 50 ovos e os seus alevinos nascem cerca de 5 dias após a postura.

Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base
Atlas Dr. Pez

Fotos:
Practical Fishkeeping


Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

Saturday, October 6, 2007

Apistogramma pulchra

Semana Apistogramma no Nature Planet.



Nome popular: Apistograma pulchra
Nome científico:Apistogramma pulchra

Aquário mínimo: 40l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia amazônica, Rio Madeira.

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 5 cm machos e 3 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Mínima

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.

Coloração:
Os machos lembram através de sua coloração os Apistogramma agassizi e o Apistogramma gephyra. Sua cauda possui a parte central azulada com as extremidades amarelas. A nadadeira dorsal é praticamente baixa, possuindo uma linha alaranjada estreita na parte superior.
Possui uma faixa negra que se inicia-se nos olhos e se estende por todo o corpo até a base da cauda, e nesta mesma faixa, logo após os olhos inicia-se uma faixa amarela superior a faixa negra, estendendo-se até a metade do corpo.
Reprodução:
Faz suas posturas em cavernas na natureza geralmente. Para estimular a postura dos peixes, devemos alimenta-los com alimentos vivos, como artêmias, larvas dos insetos, daphnia ou larvas de frutas. A fêmea se encarrega em defender a postura, e o macho de proteger a área do ninho. Os alevinos nascem depois de 24 a 36 horas após a postura e devem ser alimentados com microvermes e naupilos de artemia.
Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:

Fotos:
Daniel Soler

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

Friday, October 5, 2007

Apistogramma viejita

Semana Apistogramma no Nature Planet.

Nome popular: Apistograma viejita

Nome científico: Apistogramma viejita

Aquário mínimo: 40l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia do Rio Orinoco, Rio Meta

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 5 cm machos e 3 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Máxima
Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.



Coloração:
Apresenta o corpo na cor prata, com reflexos em suas escamas nas cores azul e vermelha, principalmente na zona debaixo do olho. Uma linha horizontal corta o corpo todo, começando na boca, cruzando os olhos e chegando até a base da cauda, onde se forma um grande ocelo. Na cauda, apresenta uma cor vermelha, acentuando-se principalmente nos raios extremos da mesma. Existem três variedades cromáticas distintas, correspondentes a três zonas geográficas que os mesmos habitam.

Reprodução:
A reprodução é similar a todos os outros Apistogrammas. O macho é quem se encarrega de proteger a área do ninho de qualquer intruso e a fêmeas da prole, não deixando o macho se aproximar dos alevinos. Os jovens devem ser alimentados várias vezes ao dia com naupilos de artemia

Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base
Atlas Dr. Pez

Fotos:
Wallpaperfishtalk


Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

Thursday, October 4, 2007

Apistogramma gephyra

Semana Apistogramma no Nature Planet.

Nome popular: Apistogramma Gefira


Nome científico: Apistogramma gephyra

Aquário mínimo: 50 l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia amazônica

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 8 cm machos e 6 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Máxima

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.


Coloração
Apresenta coloração cinza no corpo, com tons de azul e vermelho por todo o corpo. A cor da nadadeira caudal pode variar do laranja ao vermelho pálido, com tons azulados. Os machos são maiores, com uma coloração mais viva e apresentam a cauda em forma de lança. As fêmeas seguem o padrão do gênero.

Reprodução
Faz suas posturas em cavernas na natureza geralmente. Para estimular a postura dos peixes, devemos alimenta-los com alimentos vivos, como artêmias, larvas dos insetos, daphnia ou larvas de frutas. A fêmea se encarrega em defender a postura, não deixando o macho se aproximar. Depois de 2 a 3 dias da postura, os alevinos nascem, sendo este o período em que a fêmea se torna mais agressiva. Ao 3º dia do nascimento os alevinos começarão a nadar, e terão que ser alimentados com naupilos de artêmia e micro vermes.


Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base

Fotos:
Daniel Soler
Friedrich Bitter


Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

Wednesday, October 3, 2007

Apistogramma agassizii

Semana Apistogramma no Nature Planet.



Nome popular: Apistograma Agasizi


Nome científico: Apistogramma agassizii

Aquário mínimo: 50 l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia do rio Amazonas, ao longo de Rio Amazonas-Solimões do Peru através do Brasil à bacia de Rio Capim.

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 10 cm machos e 6 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Máxima

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.


Coloração
Basicamente podemos considerar três colorações diferentes neste apistogramma, sendo vermelho, amarelo e azul.
Em cada região que o mesmo foi coletado, este apresenta uma cor diferente e leva o nome da região. Portanto temos os seguintes Apistogramma Agassizzii: Alenquer, Belém, Azul, Cauda azul, Cauda vermelha dupla, Gato, Iquitos, Cauda Laranja, Nanay, Porto Velho, Rio Ampiyacu, Santarém, Santarém de cauda vermelha, Tefé, Tefé de cauda vermelha, Cauda Branca, Xingu e Novo Aripuanã...

Reprodução
Coloca os ovos em cavernas na natureza. Os pais protejem a prole assim como todos peixes do gênero. Podem permanecer aos pares ou em harems, embora neste último caso seja importante que exista um esconderijo para cada fêmea.



Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base

Fotos:
Daniel Soler
Fredrik Hagblom

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

Tuesday, October 2, 2007

Apistogrammma trifasciata

Semana Apistogramma no Nature Planet.

Apistogramma trifasciata macho

Nome popular: Apistograma Trifasciata


Nome científico: Apistogramma trifasciata

Aquário mínimo: 50 l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia do rio Amazonas, na drenagem do Guaporé no Brasil; Bacia do Rio Paraná, na drenagem do Rio Paraguai no Brasil e Paraguai, e na drenagem de Rio Paraná média na Argentina

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 7 cm machos e 5 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Mínima

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.


Apistogramma trifasciata macho

Coloração
Possue três faixas horizontais, sendo as mesmas responsáveis pelo seu nome. A primeira vai da cabeça até o final da nadadeira dorsal; a segunda é a faixa típica deste gênero, tendo sua origem na boca e indo até a base da nadadeira caudal; e a terceira faixa fica no abdomem.
O dimorfismo sexual é bem característico, os machos são maiores em tamanho, com uma coloração azulada e apresentam os 5 primeiros raios da nadadeira dorsal maiores. As fêmeas também apresentam as três faixas características da espécie e seguem o mesmo padrão de coloração do gênero, são amareladas.


Reprodução
É a espécie que menos ovos põem. A fêmea se encarrega de escolher o local de postura e passa a limpa-lo constantemente. E o macho se encarrega da proteção, espantando qualquer intruso do local. Após a postura, o nascimento dos alevinos ocorre entre 36 a 96 horas, dependendo da temperatura da água. A alimentação dos alevinos pode ser ministrada com infusorios e naupilos de artemia.


Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base

Fotos:
Nature Planet

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

Monday, October 1, 2007

Apistogramma borellii

Semana Apistogramma no Nature Planet.

Apistogramma borellii macho

Nome popular: Apistograma Boreli


Nome científico: Apistogramma borellii

Aquário mínimo: 50 l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia de Rio Paraguai e ao longo do baixo Rio Paraná na Argentina

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 8 cm machos e 6 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Mínima

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.


Apistogramma borellii macho

Comportamento
Um dos apistogrammas mais tranquilos e tímidos, não sendo indicado colocar com Apistogrammas mais agressivos como Apistogramma agassizii, Apistogramma viejita, etc.
Apresenta uma forma interessante de deslocamento,
com movimentos muito curtos e rápidos, e sempre com a cabeça inclinada para cima. Na época de reprodução, o macho muda radicalmente, tornando-se extremamente territorial, defendendo o local contra qualquer o intruso.

Reprodução
É um peixe polígamo, como a maioria dos peixes do gênero. Os alevinos devem estar em um aquário calmo, sem outros peixes que possam a vir incomoda-los, pois embora exista a proteção dos pais, os mesmo podem a vir a se desentenderem e devorarem toda a prole.


Apistogramma borellii macho e fêmea


Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base

Fotos:
Nature Planet
Josuel Valnei Brunelli
Daniel Soler

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©