Shichon is a Shih Tzu / Bichon mix. The breed is also referred to as Teddy Bear or Zuchon. They are playful and lively, but also very gentle and calm. The temperment is that of a very gentle, self assured and well mannered dog. The Shichon is friendly with everyone and loves to just sit near you. The Shichon is hypoallergenic, making them a great choice for allergy suffers. They enjoy baths and are easy to groom. They are the ultimate lap dog.
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Thursday, May 3, 2007
what is a Shichon
This is a definition of our breed that Deborah Tek had sent us, I think it does a pretty good job of explaining our experience with the little puppy:
My puppy is famous
Apparently my little puppy is already famous! Check out Julia's Puppy Porn to see pictures of Monkey.
Wednesday, May 2, 2007
Shichon puppy
So My Wife and I got an 8 week Schion puppy three days ago. Here is my puppy experiance up to now:
Day 1 - the puppy is very timid and even afraid to explore its surroundings
Day 2 - the puppy is a little more adventurous, starts whining if he wants something
Day 3 - Peed on the furnitre and humped my arm
Day 1 - the puppy is very timid and even afraid to explore its surroundings
Day 2 - the puppy is a little more adventurous, starts whining if he wants something
Day 3 - Peed on the furnitre and humped my arm
Saturday, April 21, 2007
Ciência
Radiação ultravioleta provoca danos à pele de peixes e pode acarretar mutações em espécies
Não somos só nós, seres humanos, que sofremos com os impactos da radiação ultravioleta (UV) no corpo. Os raios solares também fazem mal aos peixes, segundo comprovou estudo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Danos ao material genético, queimadura do tecido epitelial e possível prejuízo à continuidade da espécie estão entre os efeitos maléficos que a exposição contínua aos raios UVA e UVB pode causar a esses animais. O aquecimento global e o desmatamento agravam a situação, pois permitem que a radiação atinja os corpos hídricos de forma cada vez mais intensa.
Foram estudadas em laboratório as conseqüências da radiação ultravioleta em duas espécies de peixe, o pirarucu e o tambaqui, ambos naturais da bacia amazônica, local onde a incidência de raios UV é maior. Nessa região, as águas têm como característica a baixa quantidade de oxigênio, o que obriga os peixes a ir até a superfície para respirar. E é justamente sobre essas camadas superficiais dos rios que incidem os raios solares, pois os materiais em suspensão na água os impedem de penetrar no fundo.
Não somos só nós, seres humanos, que sofremos com os impactos da radiação ultravioleta (UV) no corpo. Os raios solares também fazem mal aos peixes, segundo comprovou estudo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Danos ao material genético, queimadura do tecido epitelial e possível prejuízo à continuidade da espécie estão entre os efeitos maléficos que a exposição contínua aos raios UVA e UVB pode causar a esses animais. O aquecimento global e o desmatamento agravam a situação, pois permitem que a radiação atinja os corpos hídricos de forma cada vez mais intensa.
Foram estudadas em laboratório as conseqüências da radiação ultravioleta em duas espécies de peixe, o pirarucu e o tambaqui, ambos naturais da bacia amazônica, local onde a incidência de raios UV é maior. Nessa região, as águas têm como característica a baixa quantidade de oxigênio, o que obriga os peixes a ir até a superfície para respirar. E é justamente sobre essas camadas superficiais dos rios que incidem os raios solares, pois os materiais em suspensão na água os impedem de penetrar no fundo.
Um exemplar de tambaqui ( Colossoma macropomum ) submetido em laboratório à radiação ultravioleta (à direita) sofreu lesão epitelial na parte superior da cabeça, enquanto o peixe que não ficou exposto aos raios UV (à esquerda) não apresentou queimaduras na pele. (Fotos: Cristhian Amado Castro Pérez).Especial para Ciência Hoje On-line
20/03/2007
Thursday, March 15, 2007
Ciência
Descoberta nova espécie de peixe no Brasil
A espécie é confundida com peixes do Caribe e EUA, mas reconhecida oficialmente apenas em águas brasileiras
09/03/2007 - 17:24 - Pesquisadores da Bahia descobriram a existência de uma nova espécie marinha de peixe exclusivo de águas tupiniquins. O nome de batismo Lutjanus alexandrei faz referência ao pesquisador brasileiro Alexandre Rodrigues Ferreira, pioneiro naturalista.A descoberta foi recentemente publicada em uma revista científica especializada em biodiversidade. Durante cinco anos a espécie foi observada em seu hábitat e simultaneamente pesquisada em acervos de museus brasileiros e americanos para análise das características.Com a identificação do peixe brasileiro, doze outros do gênero Lutjanus puderam ser reconhecidas no Atlântico ocidental, das quais oito espécies habitam a costa brasileira.Este é um dos primeiros resultados de um programa de estudo sobre as águas marinhas brasileiras que pretende articular pesquisas entre as ciências biológicas e sociais. Batizado de “Ciência para o Manejo de Águas Marinhas Protegidas” – a iniciativa deve avaliar a efetividade das águas asseguradas da pesca.De hábitos predominantemente noturnos o L. alexandrei perpassa diversos hábitats durante o ciclo de vida, desde a costa do Maranhão até o sul da Bahia. Nas etapas iniciais de sobrevivência ele habita os manguezais, e quando adulto migra para ambientes recifais.
ONG Conservação Ambiental
A espécie é confundida com peixes do Caribe e EUA, mas reconhecida oficialmente apenas em águas brasileiras
09/03/2007 - 17:24 - Pesquisadores da Bahia descobriram a existência de uma nova espécie marinha de peixe exclusivo de águas tupiniquins. O nome de batismo Lutjanus alexandrei faz referência ao pesquisador brasileiro Alexandre Rodrigues Ferreira, pioneiro naturalista.A descoberta foi recentemente publicada em uma revista científica especializada em biodiversidade. Durante cinco anos a espécie foi observada em seu hábitat e simultaneamente pesquisada em acervos de museus brasileiros e americanos para análise das características.Com a identificação do peixe brasileiro, doze outros do gênero Lutjanus puderam ser reconhecidas no Atlântico ocidental, das quais oito espécies habitam a costa brasileira.Este é um dos primeiros resultados de um programa de estudo sobre as águas marinhas brasileiras que pretende articular pesquisas entre as ciências biológicas e sociais. Batizado de “Ciência para o Manejo de Águas Marinhas Protegidas” – a iniciativa deve avaliar a efetividade das águas asseguradas da pesca.De hábitos predominantemente noturnos o L. alexandrei perpassa diversos hábitats durante o ciclo de vida, desde a costa do Maranhão até o sul da Bahia. Nas etapas iniciais de sobrevivência ele habita os manguezais, e quando adulto migra para ambientes recifais.
ONG Conservação Ambiental
Friday, March 9, 2007
Ciência
“Paulistinha” tem neurônios compartimentados
Estudo mostra que células nervosas na medula de peixe de aquário se organizam de acordo com o tipo de movimento que controlam
As células nervosas da medula espinhal do peixe-zebra Danio rerio, espécie conhecida no Brasil como paulistinha ou bandeira-paulista, se organizam de acordo com a velocidade de nado à qual estão relacionadas. Esse padrão inesperado de organização foi descoberto pela equipe de Joseph Fetcho, da Universidade Cornell (EUA). Usando técnicas modernas para observar o funcionamento das células em peixes vivos, os autores descobriram que os neurônios motores localizados na parte dorsal da espinha eram responsáveis pelos movimentos de nado rápido, enquanto aqueles que ficam na porção ventral eram ativados quando os peixes nadavam mais devagar. Para confirmar os resultados, a equipe utilizou um laser para remover neurônios em diferentes partes da medula. Ao retirar neurônios da porção ventral, os movimentos lentos foram prejudicados. O peixe-zebra é muito utilizado como modelo biológico em pesquisas sobre vertebrados.
Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=3750&bd=2&pg=1&lg=
Estudo mostra que células nervosas na medula de peixe de aquário se organizam de acordo com o tipo de movimento que controlam
As células nervosas da medula espinhal do peixe-zebra Danio rerio, espécie conhecida no Brasil como paulistinha ou bandeira-paulista, se organizam de acordo com a velocidade de nado à qual estão relacionadas. Esse padrão inesperado de organização foi descoberto pela equipe de Joseph Fetcho, da Universidade Cornell (EUA). Usando técnicas modernas para observar o funcionamento das células em peixes vivos, os autores descobriram que os neurônios motores localizados na parte dorsal da espinha eram responsáveis pelos movimentos de nado rápido, enquanto aqueles que ficam na porção ventral eram ativados quando os peixes nadavam mais devagar. Para confirmar os resultados, a equipe utilizou um laser para remover neurônios em diferentes partes da medula. Ao retirar neurônios da porção ventral, os movimentos lentos foram prejudicados. O peixe-zebra é muito utilizado como modelo biológico em pesquisas sobre vertebrados.
As células nervosas na espinha do paulistinha (Danio rerio) se organizam de acordo com o tipo de nado que elas controlam |
Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=3750&bd=2&pg=1&lg=
Tuesday, February 27, 2007
Aquarios de Santos e Guarujá
Segue algumas fotos referentes aos aquários do litoral sul de São Paulo. Espero que gostem das mesmas!
Fotos do aquario de Santos...
Bernardo-eremita
Tubarão Porco (Heterodontus galeatus)
Tubarão lixa (Ginglymostoma cirratum)
Polvo (Octopus sp.)
Tartaruga Verde (Chelonia Mydas )
Cangulo Real ou Porquinho ( Balistes vetula)
Moreia Pintada (Gimnothorax moringa)
Moreia amarela (Gimnothorax miliaris)
Peixe pedra ou Mangagá ( Scorpaena plumieri)
Lobo marinho (Arctophcefalus australis)
Fotos do Aquario do Guarujá
Arraia Ocelada (Potamotrygon motoro)
Peixe Borobleta listrado (Chaetodon Striatus)
Peixe palhaço de cauda amarela (Amphiprion clarkii)
Peixe palhaço e anêmona
Peixe Palhaço (Amphiprion ocellaris)
Peixe palhaço vermelho(Amphiprion melanopus)
Fotos do aquario de Santos...
Fotos do Aquario do Guarujá
Arraia Ocelada (Potamotrygon motoro)
Por enquanto é só...
Fotos de Ricardo Britzke
© Copyright 2007 ©
Fotos de Ricardo Britzke
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