Who's the most popular and recognizable dog in America? According to a recent, though unscientific, poll by the American Kennel Club, the most known dogs in pop culture are:
Overall, the top 10 dogs in pop culture were:
1. Snoopy, of the Charles Schulz Peanuts comic strip
2. Reveille, college mascot collie of Texas A&M
3. Scooby Doo, of the cartoon by the same name
4. Eddie, of the television show, “Frasier“
5. Pound Puppies, a line of stuffed animals now owned by Mattel
6. "Dogs Playing Poker," of the oil painting series by Cassius Marcellus Coolidge
7. “(How Much is That) Doggie in the Window?“ the 1952 and 1953 pop Patti Page tune
8. Jack the Bulldog, Georgetown University’s mascot
9. "Who Let the Dogs Out?" -- a Baha Men cover and winner of Grammy Award for Best Dance Recording in 2001
10. Brian Griffin, of the animated Fox Broadcasting Company TV show “Family Guy”
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Sunday, January 10, 2010
Shih Tzu "Falando" : Mamãe! ( Dog "Speaking" : Mom )
Esse vídeo foi a Cláudia que mandou para eu postar aqui pra vocês que acompanham este blog verem!
É um shih tzu "falando": " Mamãe"...Muito fofa!!!
É um shih tzu "falando": " Mamãe"...Muito fofa!!!
Friday, January 8, 2010
Toy Poodle Small Dog Breeds
Daphnne na TV !!!

Daphnne na Tv Ric Record aqui de SC. Dia 06/01/2010 No Programa VER MAIS Apresentado pela Vanessa Campos.
Entrevista com Sr. Fernando Moralles (Presidente da Federação Catarinense de Cinofilia) Falando sobre: O que é Cinofilia, Criação, Cuidados ao Comprar, Pedigree,etc...
Pena que não deu para incorporar o video aqui no blog, mas ai vai o link para o video:
http://www.clickric.com.br/ric.com/videos_programa.asp?estado=sc&id_prog=3&id=5356&cidade=7
Ela ficou uma anjinho...rsrsrs eu nem acreditei!!!!
Espero que gostem!
Bjos!
ABC Da Cinofilia
A ACB - Sigla da Associação Cinológica do Brasil, confederação de clubes dissidentes da CBKC.
ADESTRAMENTO - Ensino, ao animal, de noções ou conhecimento particulares, não congênitos. Ensino de habilidades. Condicionamento para realização de tarefas.
AKC - Sigla do American Kennel Club, entidade cinófila dominante nos E.U.A. É um dos dois órgãos maiores da cinofilia. Possui próprios padrões das raças, que são usados pelas confederações filiadas.
ALBINO - Animal com falta de pigmentação, no geral inteiramente brancos. É uma degenerescência. Cães com mucosas (nariz, pálpebras, lábios) cor de carne, róseo. Geralmente é uma falta desqualificante; a estes animais não é concedido "pedigrees", para evitar que estas características transmitam-se a novas gerações.
ARLEQUIM - É uma modalidade de coloração na qual a presença de 1 fator (gene) de marmorização de cor provoca um fundo extremamente diluído (branco ou quase) com manchas irregulares de cor escura - preta ou marrom. Ex.: Dogue Alemão Arlequim, Dachshund Arlequim.
B
BEST IN SHOW - Vem do inglês e quer dizer "Melhor da Exposição". Maior prêmio de uma exposição. O melhor animal dentre todos que apresentaram-se numa exposição.
BICOLOR - Cão de duas cores. Base branca combinada com outra cor.
BIS - Sigla de "Best In Show".
BLACK AND TAN - Expressão em inglês que traduzida literalmente quer dizer "preto e castanho". Cão de cor preta e marcações castanho em pontos simétricos do corpo. Ex.: Rottweiler, Setter Gordon, Doberman.
BOIADEIRO - Cão que combóia gado ou guarda ovinos. Ex.: Bouvier de Flandres.
BROWN AND TAN - Expressão em inglês que traduzida literalmente quer dizer "marrom e castanho". Cão de cor marrom e marcações castanho em pontos simétricos do corpo. Ex.: Doberman marrom.
C
CAC - Sigla de "Certificado de Aptidão a Campeonato". Título promocional que poderá ser outorgado por juízes, a animais que forem considerados como excelentes, em seu julgamento. Está apto a recebê-lo o cão com idade superior a 9 meses (ACB) ou 12 meses (CBKC). Só é concedido um CAC por raça (ACB) ou um CAC por sexo, para cada raça (CBKC), por exposição.
CACIB - Sigla de "Certificado de Aptidão a Campeonato Internacional de Beleza", concedido por juízes do Quadro de Árbitros da FCI, em exposições internacionais. A idade mínima para obtenção do CACIB é de 15 meses. Os machos e fêmeas que possuam 3 destes, outorgados por juízes diferentes, sendo um de outro continente diferente do que o cão habita, podem requerer o título vitalício de "Campeão Internacional". Só é outorgado um CACIB por sexo, para cada raça, por exposição.
CAMPEÃO - Título vitalício outorgado a um cão que tenha obtido os CACs necessários. Pela CBKC, os machos que possuam 5 destes, outorgados por juízes diferentes, podem habilitar-se ao título de "Campeão". As fêmeas precisam de 4. A idade mínima para proclamação do título é de 12 meses. Além dos CACs é preciso ter 1 Melhor da Raça ou Reserva da Raça. Se não tiver nem a reserva e nem o Melhor da Raça, é exigido o dobro do número de CACs outorgados por árbitros diferentes. Pela ACB é necessário ter mais de 9 meses e 5 CACs com árbitros diferentes, tanto para machos quanto para fêmeas.
CANIL - Criatório de cães. Local onde se criam ou guardam os cães. Nome que o criador adota como prefixo ou sufixo do nome dos cães que nascem de cadelas de sua propriedade.
CARPEADO - Cão que tem a linha superior do tronco convexa. CBKC - Sigla da Confederação Brasileira de Cinofilia, filiada à FCI, tem sede no Rio de Janeiro.
CERNELHA - É a parte proeminente da escápula (omoplata ou ombro) do quadrúpede. Corresponde ao ponto de encontro do pescoço com a linha superior do tronco. É neste local que é medida a altura do cão.
CGC - Sigla de Certificado de Aptidão a Grande Campeonado, usado pela CBKC. Título promocional só outorgado a animais já campeões.
CH. - Do inglês "Champion", campeão. Prefixo anexado ao nome dos cães detentores deste título.
CH. INT. - Do inglês "International Champion", campeão internacional. Prefixo anexado ao nome dos cães detentores deste título.
CNC - Sigla de Certificado a Título de Novo Campeonado, usado pela ACB. Outorgado apenas a animais já campeões.
CINOFILIA - Do latim cino-cão, filia-afinidade. É o termo que indica o gosto por cães. Qualidade de cinófilo.
CINOLOGIA - Estudo dos cães.
CINOLÓGICO - Referente à Cinologia.
CINÓFILO - Que gosta de cães. CJC - Sigla de Certificado de Aptidão a Jovem Campeonato. Título promocional, que pode ser outorgado por juízes, a animais de excepcionais qualidades que ainda não têm idade para receber o CAC pela CBKC antes dos 12 meses. Após receber o terceiro destes títulos, o proprietário pode requerer o título de Jovem Campeão do animal.
CRIADOR - Responsável por um canil que produz filhotes. Proprietário da fêmea.
CRIPTORQUIDIA - Defeito que pode ocorrer em machos quando não têm um ou ambos testículos na bolsa escrotal. É uma falta desqualificante. Animais com este problema devem ser afastados da reprodução.
D
DESCLASSIFICAÇÃO - Condição transitória que afasta um cão das exposições, tais como: sinais de doença infecciosa ou parasitária, fêmeas em adiantado estado de gestação ou aleitamento, cão que agredir o juiz, que ameace outros cães, etc.
DESQUALIFICAÇÃO - Condição definitiva que impede o cão de exposições e reprodução. As desqualificações gerais são: cegueira, surdez, aleijão, criptorquidia, monorquidia.
E
ERGOT - 5º dedo. Dedo situado na parte interna das patas, à altura do metacarpo oumetatarso. Geralmente é removido cirurgicamente. Há raças em que sua presença é obrigatória. Ex.: Cão dos Pirineus.
ESGALGAMENTO - É o estreitamento da musculatura abdominal em conseqüência de um tórax estreito e muito profundo. Faz com que a linha inferior na altura do ventre suba abruptamente, à semelhança dos galgos.
ESTRUTURA - Forma pela qual os ossos e sua musculatura se organizam no sentido de compor o conjunto animal. É a constituição esquelética.
F
FCI - Sigla da Federação Cinológica Internacional, um dos dois orgãos maiores na cinofilia, tem sede em Thuin, na Bélgica. Utiliza os padrões de raça do país de origem do animal.
FRENTE FRANCESA - Defeito de equilíbrio provocado por tórax anomalamente estreito que produz uma frente de equilíbrio instável. Para melhorar o equilíbrio, o animal torce todo o membro anterior para fora de modo a colocar os pés mais distantes, voltados para fora.
G
GR. CH. - Do inglês "Great Champion". Prefixo anexado ao nome dos cães detentores do título de "Grande Campeão".
GR. VENC. NAC. - Sigla de "Grande Vencedor Nacional", título outorgado ao cão que já foi Melhor da Exposição em três estados diferentes, com o julgamento de juízes diferentes.
GRANDE CAMPEÃO - Título vitalício concedido ao cão que já possuía o título de "Campeão" e que fez, através dos CGC, os pontos suficientes para o grande campeonato. Pela CBKC machos precisam de 60 pontos e 3 Melhor da Raça, fêmeas precisam de 40 pontos e 2 Melhor da Raça.
GRIFFON - Perdigueiros de talhe dos bracos com pêlo longo, duro e espesso. Ex.: Barbet.
GROOMING - Expressão inglesa que é entendida na cinofilia como preparação do cão através de procedimentos de higiene e beleza como banho, cuidados de aparo de unhas e bigodes, corte do pêlo e outros recursos que melhoram o aspecto do cão, mediante utilização de tesouras, máquinas, cosméticos etc.
H
HANDLER - Apresentador de cães em exposição. É uma profissão. Não confundir com adestrador.
HOUND - Cães que caçam animais de pêlo rastreando-os pelo faro e matando a presa a dentadas caso o caçador não chegue antes. Ex.: Beagle, Foxhound.
I
INSERÇÃO - O mesmo que raiz. Lugar da anatomia do cão onde se insere outra parte. Ex.: a cauda, as orelhas.
J
JCH. - Prefixo anexado ao nome dos cães detentores do título de "Jovem Campeão".
JARRETE - O mesmo que tarso. A parte do pé anatôico próximo à tíbia, corresponde ao calcanhar humano. Um defeito grave em cães é o "jarrete de vaca", que ocorre por um defeito de equilíbrio do posterior que faz com que o animal expulse os joelhos, ele junta o jarrete virando os pés para fora à semelhança das vacas.
K
KENNEL - Palavra inglesa que quer dizer canil.
L
LEBRÉU - Vem de lebre. O mesmo que galgo. Cão de caça de animais muito velozes que usam a visão e a audição associados à velocidade para caçar. Ex.: Greyhound, o mais rápido.
M
MOLOSSO - Grupos de cães de constituição peculiar - ossatura pesada, cabeça volumosa e larga, tórax amplo e muito arqueado. Descendem do antiquíssimo Molosso Assírio e podem ter a pelagem lisa ou longa. Ex.: Fila Brasileiro, Bulldog Inglês, Mastim Napolitano.
MONORQUIDIA - Cão que só apresenta um testículo na bolsa escrotal. É uma faltadesqualificante. O animal que apresentar este problema deve ser afastado da reprodução, pois é genético.
MORDEDURA - Encaixe dos incisivos (dentes da frente). Pode ser: em torquês, em tesoura ou prognatismo.
MOSQUEADO - Diz-se a pelagem de fundo branco com salpicos de outra cor, geralmente pretos ou marrons (vermelhos).
O
OSSATURA - Esqueleto em seus aspectos de forma e espessura. Diz-se de ossatura rica um cão que tem ossos grossos.
P
PADRÃO - É a descrição mais ou menos detalhada das características físicas e mentais de uma raça. Corresponde à média das criações dos cães de raça no país que a elabora ou adota. Nele os juízes se baseiam para avaliar os cães em seus julgamentos. Os melhores animais são aqueles que mais se aproximam do padrão.
PARTICOLOR - É uma pelagem combinada com duas ou mais cores. É o oposto à pelagem sólida.
PEDIGREE - Árvore genealógica do animal. A sua certidão de nascimento, contudo, é a tarjeta de identificação.
PERDIGUEIRO - Significa cão caçador de Perdiz. Nome geralmente dado ao Pointer Inglês.
PÉ DE GATO - Pé redondo e pequeno, com os dedos bem juntos e arqueados.
PÉ DE LEBRE - Pé em que os dedos são longos. Pé comprido. Pé oval.
PIGMENTAÇÃO - Coloração melânica da pele, das mucosas e de outras partes desprovidas de pêlos.
PINÇA - Vide torquês.
POINTER - Apontador. Categoria de cães que detectam e apontam com o focinho a ave ao caçador. Ex.: Pointer Alemão.
POLICIAL - Cão treinado para uso militar. Apelido dado ao Pastor Alemão. POSTERIOR - Diz-se o conjunto muscular e ósseo responsável pela propulsão posterior dos animais quadrúpedes.
PROGNATISMO - Do latim pro-projeção, gnatus-mandíbula. É a projeção da arcada dentária inferior em relação à superior. O prognatismo é típico em algumas raças, como o Boxer. O impropriamente chamado "Prognatismo Superior" é uma redução do tamanho da mandíbula designado por retrognatismo e por isso é uma falta sempre muito grave.
R
RAÇA - Conjunto de indivíduos com o mesmo fenótipo e instintos, capazes de transmiti-los regularmente à sua descendência. A vantagem de criar um cão de raça é saber previamente o tamanho, temperamento, forma e outras características dos seus descendentes. Enquanto que o mestiço, sem raça definida, ou vira-lata, é uma incógnita sob todos os aspectos.
RETRIEVER - Vem de cobrador, buscador, pesquisador. Cão que vai buscar a caça abatida pelo caçador. Ex.: Golden Retriever. RUÃO - Diz-se a mescla de pêlos brancos com pretos ou vermelhos (marrons), sem dominância de uma cor sobre a outra. Ex.: Cocker Spaniel Inglês.
S
SABUJO - Cão de caça que utiliza o faro como maior atributo da sua tarefa. Ex.: Bloodhound.
SAL E PIMENTA - Mescla de pêlos de pigmento claro e escuro dando a coloraçãoacinzentada.
SELADO - Cão que tem a linha superior convexa, à semelhança dos cavalos.
SÓLIDO - Cão de uma só cor.
SPANIEL - Cão de caça com pêlo sedoso (liso ou ondulado) que não "amarra", ele "levanta" ou desaloja e traz a caça abatida pelo homem. Podem ser de terra (land-spaniel) ou de água ou brejo (water-spaniel). Do primeiro, um exemplo é o Cocker Spaniel Inglês, do outro tipo é o English Water Spaniel.
SPITZ - Cão de caça semelhante à raposa com crânio moderado e largo e focinho pontudo, 'stop' bem pronunciado, orelhas retas e triangulares, cauda tufosa voltada para o dorso, pêlo espesso e áspero, subpêlo lanoso, ossatura sólida, corpo reforçado. Ex.: Spitz Alemão (Pomerânia), Samoieda, Keeshound.
SRD - Sigla de Sem Raça Definida. É o popularmente chamado de vira-lata.
STANDARD - O mesmo que padrão.
STOP - Ponto de encontro da testa com o focinho. Diz-se do cão com stop "pronunciado" quando fica bem evidente o desnível entre os planos do crânio com o focinho. Ex.: Boxer. Outras vezes pode-se fazer referência à inexistência de stop, como na raça Bull Terrier, ou até fazer-se referência a um stop leve, como na raça Collie.
T
TARJETA - Certificado de propriedade de um cão, emitido por um Kennel Clube. É o complemento do 'pedigree'.
TERRIER - Cão de caça a animais de toca. É usado para desentocar raposas, texugos e ratos. Na sua maioria são raças inglesas. O menor deles é o Yorkshire Terrier. O maior é o Airedale Terrier. No Brasil desenvolveu-se o Terrier Brasileiro, o conhecido como Fox Paulistinha.
TESOURA - Mordedura onde os incisivos superiores tocam os inferiores pelas suas faces internas. A maioria dos cães e humanos mordem em tesoura.
TIGRADO - Diz-se a coloração consistente em fundo de pigmento claro - vermelho ou amarelo, em suas várias nuances, sob listas ou rajaduras verticais de pigmento escuro - preto ou marron. Ocorre entre Boxers, Dogues Alemães, Filas Brasileiros, etc.
TORQUÊS - Mordedura em que os incisivos de ambas arcadas dentárias ao fechar a boca se tocam pelas bordas superiores. É também chamada mordedura em pinça.
TOSA - Corte da pelagem que algumas raças submetem-se, de acordo com os requerimentos do padrão da raça. Ex.: para a raça Poodle, o cão adulto deve apresentar-se com a tosa Leão ou Continental.
TRICOLOR - Cão com 3 cores, geralmente de fundo branco combinado com duas outras cores. Ex.: Alguns exemplares de Collie, Beagle.
TRIMMING - Expressão inglesa que é entendida na cinofilia como corte da pelagem, através de tosquiadoras ou arrancamento manual de pêlos. Vide "grooming".
TRUFA - Nariz. Na maioria das raças é preto. Só nos cães marrons ou suas nuances é marrom.
Thursday, January 7, 2010
Mudança no padrão de coloração e comportamental em Apistogramma hyppolytae
O estudo foi realizado entre abril e setembro 2005, em uma lagoa perto da estação de pesquisa da exploração agrícola de Dimona (2°20'25.5114” S 60°6'5.7594” W), a 70 quilômetros ao norte de Manaus. A área é parte da bacia de rio de Cuieiras, um tributário do rio do negro.
Apistogramma hippolytae - foto: David Soares
A lagoa estudada (aproximadamente 40 m comprimento - 14 m largura e 0.5 m profundidade) se formou a aproximadamente a 15 anos atrás, devido o represamento parcial de um igarapé da floresta para a construção de uma estrada local nunca terminada. A parte inferior da lagoa é coberta por uma camada grossa sedimentos finos e folhas submersas em decomposição (~80%), e por troncos e galhos (~20%). A lagoa é cercada por floresta tropical primária e secundária, fazendo um mosaico de árvores e arbustos que pendem sobre as margens da lagoa e contribuem com matéria orgânica ao sistema aquático.
Observações subaquáticas usando snorkel foram realizadas para verificar o comportamento dos ciclídeos anões, totalizando 18 horas dos registros. A observação individual durou aproximadamente 15 segundos e incluiu todo tipo de atividade (alimentação, descanso, exposição agonística (competição), exposição sexual , ataque ou fuga), sexo, idade (juvenis ou adultos), tamanho estimado dos indivíduos (quando envolvido em interações intra ou interespecificas), e seu teste padrão da coloração. Os dados foram colhidos por um único observador, onde o mesmo permanecia imóvel a certa distância, para evitar pertubar os peixes. Os padrões de coloração foram caracterizados seguindo Baerends & Baerends van-Roon (1950) and Römer (2001), descrevendo a cor geral do corpo e a acentuação na presença de faixas, listras e manchas escuras na cabeça e corpo dos indivíduos (Fig. 1). Cinco diferentes padrões de coloração do corpo foram gravados em A. hippolytae, baseados em variações na intensidade de pontos e barras exibidos (figs. 2 e 3). Além destes cinco padrões, apresentaram padrão de coloração exclusiva de reprodução e proteção de ovos e alevinos.
Observações subaquáticas usando snorkel foram realizadas para verificar o comportamento dos ciclídeos anões, totalizando 18 horas dos registros. A observação individual durou aproximadamente 15 segundos e incluiu todo tipo de atividade (alimentação, descanso, exposição agonística (competição), exposição sexual , ataque ou fuga), sexo, idade (juvenis ou adultos), tamanho estimado dos indivíduos (quando envolvido em interações intra ou interespecificas), e seu teste padrão da coloração. Os dados foram colhidos por um único observador, onde o mesmo permanecia imóvel a certa distância, para evitar pertubar os peixes. Os padrões de coloração foram caracterizados seguindo Baerends & Baerends van-Roon (1950) and Römer (2001), descrevendo a cor geral do corpo e a acentuação na presença de faixas, listras e manchas escuras na cabeça e corpo dos indivíduos (Fig. 1). Cinco diferentes padrões de coloração do corpo foram gravados em A. hippolytae, baseados em variações na intensidade de pontos e barras exibidos (figs. 2 e 3). Além destes cinco padrões, apresentaram padrão de coloração exclusiva de reprodução e proteção de ovos e alevinos.
Fig. 1 - Principais marcas usadas na descrição da coloração de Apistogramma hippolytae.
O padrão de coloração mais comum foi caracterizado pela cor de fundo prateada-esverdeada, com a mancha lateral e listra suborbital ausente ou fraca (figs. 2 a-b). Este teste padrão era chamado “liso” e foi observado principalmente quando os indivíduos estavam se alimentando (90%, n = 523 ocorrências; Fig. 3). No segundo – o padrão de coloração mais comum, chamado “listra-ponto” (Figs. 2c-d), onde o animal tornava-se pálido, com uma listra lateral conspícua (notável), mancha lateral e ponto caudal. Os olhos tornaram-se mais escuros, a listra suborbital apresentava-se fraca ou ausente, e a lateral as barras nos flancos tornaram-se visíveis. Este teste padrão foi encontrado principalmente quando os indivíduos estavam acima do substrato (em descanso, 89%, n = 406; Fig. 3); quando perturbado por um movimento repentino próximo, pela presença de um predador ou quando envolvidos em eventos de perseguição/agressão (fuga, 32%, n = 34). Este padrão de coloração foi observado raramente em grandes machos (maiores que 60 milímetros de comprimento padrão). O padrão de coloração “cara-pintada” (figos. 2e-f) possuía cor de fundo prateada-esverdeada sem pontos ou listras, à exceção de uma listra suborbital conspícua. Foi registada principalmente em grandes indivíduos, imediatamente antes da execução da agressão intra ou interespecifica (61%, n = 36; Fig. 3). O padrão de coloração “barrado” (Fig. 2g) foi caracterizado por um aumento geral na intensidade e no contraste das cores do corpo, com a presença de uma conspícua barra vertical marrom escura nos flancos. Um aumento no brilho do olho era igualmente notável. Este padrão de coloração foi observado somente em cinco ocasiões, quando os indivíduos se exibiam em competição (Fig. 3). Os machos que se exibiam na corte (Fig. 3) apresentaram um padrão de coloração típica, chamada de “brilho”. Este padrão é similar ao “barrado” (Fig. 2h), mas difere na ausência de barras laterais e por um aumento na intensidade e no contraste da coloração na região ventral. As fêmeas com cuidado parental exibiram um padrão de coloração único, com os primeiros raios das nadadeiras pélvicas e dorsais bem negros. Geralmente a mancha lateral, a listra suborbital e o ponto na nadadeira caudal eram bem conspícuos (notáveis), e a listra lateral era ausente ou praticamente ausente (Fig. 2i). A coloração esverdeada era totalmente substituída por um tom amarelo intenso (Fig. 2j).
Fig. 2 - Padrões de coloração de Apistogramma hippolytae. a-b = “liso”; c-d = “listra ponto”; e-f = “cara-pintada”; g = “barras”; h = “brilho”; i-j = Fêmea em cuidado parental. Fotos (b), (d), e (h) J. Zuanon; (f) modificada de Römer (2001); e (j) de F. Mendonça.
As mudanças de coloração ocorreram rapidamente (em alguns segundos). Por exemplo, quando macho grande atacava um intruso, ele mudava do padrão “cara-pintada” para o padrão “liso” em menos de 20 segundos. Quando uma exibição de competição ocorria, o peixe envolvido mudava do padrão “liso” para o padrão “barrado”, e após executar o comportamento retornava ao padrão “liso” em menos de 30 segundos. Para as fêmeas com cuidado parental, o tempo para mudar de coloração era bem mais longo. As mudanças rápidas no padrão de coloração é uma característica comum dos ciclídeos, devido à posição superficial dos cromatóforos, produzindo as marcas características de cada padrão de coloração. O padrão de coloração “liso” constitui provavelmente uma coloração enigmática, permitindo que os peixes sejam confundidos com o fundo da lagoa que é composto por restos orgânicos. Era o padrão de coloração mais observado, ocorrendo principalmente quando os peixes estavam se alimentando sem serem pertubados. Römer (2001) relaciona tal padrão de coloração com um modo neutro, calmo. De fato, distúrbios no ambiente foram seguidos geralmente pela mudança para o padrão de coloração “listra-ponto”. A presença de barras verticais como padrão de coloração também foram descritos para outros ciclídeos, associando um comportamento de fuga e submissão. A combinação de pontos, listras e barras, foram associadas com a redução da intensidade de coloração, parecendo constituir um padrão de coloração disruptivo (tenso), permitindo que os peixes permaneçam despercebidos para predadores potenciais. Não obstante, mais de 65% dos peixes observados em fuga após algum distúrbio, mostraram o padrão de coloração “liso” (Fig. 3).
Fig. 3 - Frequência da ocorrencia dos cinco padrões de coloração em Apistogramma hippolytae
Isto pode ser explicado pelo fato que a maioria vasta dos ataques observados (e das repsotas de fugas) resultaram das interações agressivas feitas por indivíduos maiores de A. hippolytae durante a alimentação, e não nas tentativas de predação. Nesses casos, o indivíduo atacado se afastava poucos centímetros e não era molestado. Entretanto, perseguições feitas pelo Jacundá (gênero Crenicichla), causavam distúrbios repentinos no ambiente, seguidos imediatamente pela mudança no padrão de coloração para o padrão “listra-ponto”. Este padrão de coloração era igualmente indicado por fêmeas durante a corte e pode indicar uma forma de submissão, evitando ataques contínuos de machos agressivos. A listra suborbital muito conspícua no padrão de coloração “cara-pintada” parece representar o sinal principal da agressão, e foi indicado igualmente pelas fêmeas que se encontravam em cuidado parental. O padrão de coloração descrito por Römer (2001) para indivíduos ligeiramente agressivos, não concorda com nossas observações, pois o autor menciona que o padrão de coloração “cara-pintada” é predominante entre os peixes prisioneiros. Nossas observações indicam que tal padrão de coloração é comum no ataque de peixes maiores e imediatamente antes do ataque por co-específicos. Isto representaria uma coloração de advertência, indicando uma iminente interação agonística. “O padrão de coloração “brilho” e “barrado” mostraram um aumento considerável na intensidade da coloração de fundo no corpo, que poderia estar relacionada à prontidão reprodutiva e ser empregada durante a corte ou nas disputas para fêmeas. A cor amarela das fêmeas em cuidado parental é uma característica das espécies do gênero Apistogramma, aumentando a intensidade das manchas e dos pontos. A combinação de marcas amarelas e negras é reconhecida como um dos padrões de coloração de advertência nos animais e pode ser relacionado à agressividade de fêmeas nesse período. As marcas negras conspícuas nas nadadeiras especialmente nas pélvicas, acredita-se que estejam relacionadas à comunicação da mãe com sua prole. Nas águas rasas e desobstruídas habitadas pelo ciclídeo anão Apistogramma hippolytae, as mudanças no padrão de coloração foram sugeridos para ser um sistema de comunicação muito eficiente, evitando a perda de energia em interações desnecessárias.
Os estudos que examinam os mecanismos fisiologicos ou o contexto evolucionário envolvidos na mudança da cor e da expressão dentro das espécies de Apistogramma pode ajudar a explicar o aspecto geral da história natural dos ciclídeos anão.
Para saber mais:
RODRIGUES, R. R.; CARVALHO, L. N.; ZUANON, J.; DEL-CLARO, K. Color changing and behavioral context in the Amazonian Dwarf Cichlid Apistogramma hippolytae (Perciformes) Neotropical Ichthyology, v. 7, ed. 4, pag. 641-646
Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke © Copyright 2010 ©
Dermatite Alérgica

Entre os sintomas estão vermelhidão, coceira, ferida e queda de pelos.
por Valeriana Medrado - repórter Online
Um dos problemas de saúde mais comuns entre os pets são as doenças de pele. Coceira, vermelhidão, ferida e queda de pelo são os principais sintomas de que o animal está com algum problema dermatológico. O mais comum deles é a dermatite alérgica. Segundo a médica veterinária Sirlei Manzan, as alergias cutâneas representam 15% das consultas em sua clínica e a mais comum entre os pets é a atopia, causada pelo contato com ácaros, bolores, pólen e poeira. Há também a alergia causada pela picada de pulga. Atualmente existem vários produtos no mercado que combatem de forma eficaz o inseto deixando o animal livre desse tipo de alergia.
Outra forma de dermatite alérgica é a alimentar. Segundo Sirlei, uma das formas de evitar o mal é dar aos pets apenas produtos destinados a eles. “Doces, pães, queijo e outros alimentos que comemos devem ser evitados”, afirmou a veterinária. Esse é o caso da poodle Meg, a cadela de 12 anos, que, além de alergia alimentar, possui atopia. A estudante Janaína Fernandes conta que Meg sempre sofreu com coceiras pelo corpo e, com a idade, o quadro clínico piorou. No ano passado, Janaína Fernandes decidiu fazer teste alérgico em Meg.
O resultado mostrou que a poodle é alérgica a perfume, cigarro, poeira, grama, milho, cenoura e tomate. “Ela toma medicamentos à base de corticoide e come uma ração hipoalergênica. Fico agoniada quando a Meg começa a se coçar e por isso nem penso, faço qualquer coisa para que ela fique bem”, disse. Além das alergias como a de Meg, há dermatites provocadas por tristeza, estresse, depressão e outras causas emocionais. “Todo animal que lambe a pata possui alguma doença psicológica. Nesse caso é preciso entrar com tratamentos antidepressivos e ansiolíticos”, disse a veterinária. Micoses e piodermites são outros tipos de doenças de pele que exigem atenção.
As micoses são causadas por fungos e são transmissíveis, inclusive ao homem. E as piodermites são infecções mais profundas, causadas por bactérias. Outro tipo de doença de pele está ligado a problemas nas glândulas tireoides e na glândula supra-renal. Segundo a veterinária, as dermatites hormonais estão sempre ligadas a outros problemas de saúde como hipotireoidismo, a obesidade e problemas renais. Doença possui dois tipos e é transmissível Popularmente conhecida, a sarna é outro problema comum dos pets. Existem dois tipos delas, a escabiose, transmissível a outros animais e ao homem, e a demodécica, considerada mais grave e transmitida nas primeiras horas de vida da mãe para o filhote, que é amamentado.
A dona de casa Cristiane Silva descobriu que seu cachorro Fred tinha sarna demodécica na primeira semana que chegou à sua residência. O shitzu de 3 anos apresenta os sintomas da doença sempre que está com a imunidade baixa. Cristiane já chegou a gastar R$ 700 reais por mês em tratamentos para Fred. A dona de casa conta que, quando descobriu a doença, foi muito difícil. “Tinha acabado de perder meu marido e tive que cuidar do Fred.
Ele apresentava sangramento e cerca de 90% de sua pele estava com ferida”, disse. Uma amiga da dona de casa até sugeriu que o cachorro fosse sacrificado, mas, mesmo diante das dificuldades, Cristiane não desistiu de Fred. “Acho que, por conta das perdas que tive na vida, criei um envolvimento maior com meu cachorro, é um amor incondicional”, afirmou a dona de casa.
Depois de muita luta, a doença de Fred está controlada. Cristiane segue rigorosamente as orientações da veterinária e o shitzu visita a clínica semanalmente para tomar antibióticos e remédios para aumentar a imunidade. “Pela primeira vez, o Fred está há três meses sem ter a doença e mesmo ainda gastando cerca R$ 300 por mês, vejo que valeu a pena não sacrificá-lo. A companhia de Fred me faz muito bem. Ele é muito carinhoso.” Formas de tratamento e prevenção das doenças de pele De acordo com a médica veterinária Sirlei Manzan, cada doença tem uma forma de tratamento. “De uma forma geral, todas precisam de tratamento tópico com xampu.
Algumas de medicação oral como antifúngicos e antibióticos, outras de reposição hormonal. E algumas alergias podem necessitar até de vacinas ou mudança drástica na dieta e no ambiente do animal”, afirmou. Com exceção das dermatites que são de origem genética, muitas doenças de pele podem ser evitadas com cuidados simples. “É preciso manter o animal sempre limpo e em um ambiente adequado”, disse Sirlei. Os banhos devem ser frequentes com produtos apropriados ao tipo de pelo e pele do animal. Pelos com nós ou molhados formam um ambiente propício para o aparecimento das dermatites. A veterinária deixa uma alerta aos proprietários de cães. “Nem sempre feridas pelo corpo é sinal de dermatite.
Uma doença grave e fatal para cães e humanos é a leishmaniose que tem como sintoma justamente o aparecimento de feridas pelo corpo. Por isso, o ideal é que, ao encontrar alguma ferida no animal, procure um médico veterinário o mais rápido possível”, disse Sirlei Manzan.
Fonte: Correio de Uberlândia
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